Posts de Marcia A Mancebo (281)

Em cada beijo teu

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Naquele entardecer parti nervosa.
Não olhei pra trás pra não te ver sozinho.
A nova estação exalava a rosa.
Meu coração sangrava com espinhos.

Levei a dor, pelas curvas do caminho.
Senti morrer pra mim todo sonhar.
Dizer adeus me fez chorar baixinho.
Primaveras passaram sem notar.

Quando acordei passara toda a vida.
Mas, o amor por ti jamais feneceu
E a esperança em ser tua preferida:
Impregnada está em cada beijo teu.

Márcia A Mancebo.

10/04/2014

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A poesia

A poesia 

Inverno, dia claro, céu azulado
Uma tela perfeita pra um pintor.
Para o poeta é um sonho realizado
Traz para o poeta mui versos de amor.

Tela linda, que demonstra o esplendor
A mão vai escrever com muito cuidado
Toda a beleza que expõe o Criador
agradecendo o que lhe é ofertado.

O grafitar vai aparecer em cores
D' um matizado belo realçando
Todo o céu, toda a terra...ah...mil candores!

E os raios vão aos poucos espalhando
No coração do poeta a alegria
regada de tons, flores e poesia.

Márcia A Mancebo
07/07/20

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Selado no infinito

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Nossa história segue escrevendo.
Cada dia é um lindo florescer.
Assim caminhamos, tudo vencendo.
À cada instante, novo motivo pra viver.

Nosso amor é selado no infinito.
É sentimento maduro… verdadeiro:
Somente tu, deixas, meu dia bonito.
És o ideal amante e companheiro.

Bendigo o dia que te conheci.
Que nossos olhares se cruzaram!
Naquele momento em que te vi:
Senti que nossas almas enlaçaram.

Percebi, naquele instante no céu.
Que os anjos entoaram melodias!
Perdi — me em teus braços em fogaréu.
Senti que és a mais terna poesia!

Enquanto viver direi em parcos versos;
Que sentimos uma imensurável paixão!
Que esse amor transborda em nosso universo!
É um sentir lindo alojado no coração.

Que ecoa tal grito no labirinto:
E invade minha alma de comoção.
Não o que mensure, pois, é infindo.
Repleto de ternura e devoção.

Márcia A Mancebo
01/08/20

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Bordas do tempo

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Deixei nas bordas do tempo a lembrança:

Àquele amor que foi a minha vida,

Segui por tempo acalentado a esperança:

Teabraçar, sentir em ti, guarida!

 

Mas o destino jamais nos uniu.

Te esperei em todas as estações inutilmente,

Cada um de nós seu caminho seguiu.

Não nos encontramos sequer, casualmente.

 

Aprendi reter todas minhas lágrimas.

Senti que no viver não é como se almeja.

Tudo passa, como, nos rios as águas.

Só não esquece a boca, que te beija.

Márcia A Mancebo

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Em estesia. ( Rondó)

Em estesia

O sol surge no horizonte lindo,
Emanando paz aos homens do bem
Trazendo aos corações amor infindo
e desejo de alegrias também.

As imperfeições vai corrigindo
Mágoas da alma dorida de alguém
Mostrando sua grandeza vai refletindo
seus raios, sem esquecer, de ninguém.
O sol...

Quando se põe, a noite, vai o cobrindo
E a terra aos poucos vai colorindo
o prado verdejante e vai. Vai além
até a lua aparecer lentamente.
Nesse momento meu coração se faz refém
E adormeço em estesia rapidamente.
O sol...

Márcia A Mancebo
09/07/20

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Final

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As palavras, a natureza e o amor;
Universo da poetisa ao escrever.
A inspiração nesse mundo sedutor
Tem finura e retoque, com bela cor.

Na lembrança o fado a leva distante
Àquele amor que ficou no passado.
Fora lindo que a saudade é constante.
Lágrimas escorrem ao lembrar o amado.

Cenário com purpurinas pelo ar!
Corpos colados e muitos carinhos.
Vozes baixinhas… num sussurrar:
O êxtase aconchegante no ninho!

Sobre o lençol impregnado o perfume
da última noitada que juntos passaram
Agora a solidão, o cruel queixume
Na retaguarda do quanto se amaram.

É transcrito no papel com ternura.
Detalhando com muita devoção.
Com sofisticado final à aventura.
A poetisa ali, enterra o coração…

Márcia A Mancebo
29/07/20

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Reflexão

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Ao chegar na cidade, longe vê.
A cachoeira que desce prateada:
Suas águas meu corpo molhava:
Eu sentia a alma limpa, purificada.
Fugia da realidade e viver:
À utopia felina que me dominava.

Me perdia na ilusão sem medida.
Sendo tempo, escrava, dessa vilã.
Feiticeira enganadora, atrevida.
Me acordava ansiosa pela manhã.

Foi lá… Um dia por encanto;
me entreguei àquele amor por inteira
Perdi o orgulho, conheci o pranto.
Pois, a paixão não era verdadeira
E no amor só encontrei desencanto.

Hoje entendo muito bem minha cruz;
Não adianta o destino maldizer.
A vida pela trilha me conduz,
Com o passado aprendi, conviver.

Creio; sou como a lua radiante.
Essa blasfêmia tenho que aceitar:
Iluminar a todos com um turbante
Escondendo a face em seu caminhar.

Márcia A.Mancebo
27/07/20

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Coração

Coração.

Esse meu coração inda criança
Sonha alcançar o infinito do céu.
Não desanima... não perde a esperança
que leva a mente passear ao léu.

Embarca num veleiro de fantasias
E, numa cruzada segue adiante
Leva– me a sentir que a alegria
será sempre, nos dias,constante.

Faz – me isolar num canto com recordações.
Belas lembranças de um grande amor
Sem tristezas, sem degredo... só com paixão.
Paixão veemente com muito fervor!

Ah, coração, não judia de mim,
"Não me faça viver de utopias,"
Não deixe que eu padeça assim
e embrenhe num caminho de falsas magias
Num desfiladeiro de sonhos sem fim!

Márcia A Mancebo
25/07/20

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Dia do Escritor

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Que seria da vida sem um escritor
Para narrar com esmêro versos,
Versos apaixonados de amor.
Contar façanhas e do viver, reversos?

Dizer do sussurro do vento
Das flores em festas...pura alegria!
Levar longe o pensamento
Divagar em utopias...

Se não fosse esse abençoado Ser,
Ninguém entenderia, da vida, a beleza.
Somente o escritor relata ao escrever
O fantástico mundo do sonhar com destreza

Márcia A Mancebo
25/07/20

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Infinitamente!

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São como ondas os teus braços.
Uma praia com areia limpinha, teu amar
onde meu corpo desliza e meus passos
seguem pela imensidão do mar
à procurar o teu gostoso abraço.

Entre nós jamais haverá adeus.
Acostumei, amor, com teu carinho
Somente sou inteira quando digo que és meu
e estamos abraçados no ninho.

Nessa vastidão da praia que a água
no vai e vem deixa tudo molhado
é o trajeto que faz minhas lágrimas.
O sol no céu azulado ah, meu amado
é testemunha dos meus dias angustiados,
sozinha com infinda saudade.

Por onde vou, levo tua lembrança
e cada instante penso na última carta.
Aquela que acalentou a esperança.
Tê– lo a meu lado, nada descarta
que teu coração não aguenta minha ausência.
Vem junto a mim, matar essa ânsia
de estarmos juntos novamente
e podermos celebrar a vida infinitamente!

Márcia A Mancebo
24/07/2

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Eternamente!

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Nos castiçais de meus encantos
Moram sonham deslumbrantes
Ali estão em cada um dos cantos
lembranças de belos instantes.

Quando o reflexo da lua faceira
Bate nos castiçais lentamente
Um calafrio me arrebate por inteira
E lágrimas rolam mansas e quentes.

Saudade de teus carinhos de repente
apertam o peito, sufocando a alma
Lembro teu beijo doce e tão ardente
Mer Ser é envolvido por uma calma.

Na mente a sensação que estás aqui
Ao meu lado como antigamente.
Ainda não acostumei a viver sem ti.
Sei que vou te amar eternamente!

Márcia A Mancebo

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Esperança

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Esperança

É olhar o mar com serenidade
É admirá - lo sem cansaço
e visitá - lo cada vez que a saudade
aperta no peito a falta do abraço
dado, na hora da despedida.

É ouvir as ondas, nas pedras bater
Sentir a falta de quem nessas águas
deixou um coração muito sofrer
que nem o tempo enxuga as lágrimas.

É perseverar e não desistir da vida
Vestir a roupa que o seduziu,
rosas silvestres oferecer comovida
com intuição que quem partiu
há de voltar à pessoa querida.

É ouvir um murmúrio solto no ar
como canção triste entoada
É sentir a tristeza do azul mar
dizer lhe que espere...que é muito amada.

Márcia A Mancebo
10/07/20

 

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Almas seladas

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Vencemos todos os descaminhos
de mãos dadas com muito amor.
Jamais te deixarei seguir sozinho
Eu te amo tanto... tanto com fervor!

À cada curva vencida, uma glória
Perpetuámos o que em nós existe
Brindamos com beijo cada vitória.
Meu amor por ti é profundo e persiste.

Pra sempre irei te amar com devoção
Nossas almas no céu estão seladas.
Pulsa uníssono nosso coração
E por ti, amor, sou muito amada.

Quando estamos no ninho a nos amar
Nossas mãos entrelaçam com ternura
Em teus braços sinto o mundo parar
E meu Ser infla de tanta candura!

Márcia A Mancebo
19/07/2

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Pingos de orvalhos

 

Pingos de orvalhos 

Olhando para os confins, a pensar;
Buscando muito longe o meu passado.
Tempo lindo, que hoje vejo findar.
A maneira de viver, mudou agora.
Belos momentos foram enterrados.

Mas, é outra a estrada do meu caminhar.
É linda, extensa, com flores nas margens,
A ramaria é tanta a despencar.
No chão, folhas caídas da ramagem
e que se espalha pela via a fora.

O que há depois das curvas, não importa
Eu viajo pela trilha alongada.
Se entristecer neste instante estou morta
Perco a esperança, nos dias, acumulada.

Sigo com meus sonhos e fantasias
Os rego com fragrância...com odores.
Quero envelhecer com muita alegria
com pingos de orvalhos multicores.

O que há depois das curvas?
Na minha mente de poetisa 
Há um lamaçal devido a chuva
onde é escorregadio e desliza
e a arte de escrever lá enfatiza!

Márcia A Mancebo
09/06/20

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Desacreditada

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Nos momentos tristonhos, ah, eu cismo
Pra quê vaidade neste mundo vão,
Se irei embora levando o coração,
Se viver é um profundo e denso abismo?

Se até no amor existe ceticismo,
Não creio, entre nós, houve uma paixão...
Quando estivemos juntos, foi atração
Um sentir pagão...não teve batismo.

Sinto que tudo é efêmero, sem graça
Até o vento que leva pro ar, fumaça
E as juras de amor que ouvi lá na praça!

Tuas palavras qual faca transpassa
Te digo, que ver, de perto a desgraça
É como sentir– me mulher devassa!

Márcia A Mancebo
16/07/20

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Amigo

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Hoje é dia do amigo
À todos o meu abraço
Sem tua companhia
amigo, não sei o que faço?

Amigo é como abrigo,
Que minha fé alimenta.
É triste não ter amigo,
Alguém pra desabafar
Tudo que atormenta
Só um ombro, pode curar!

Preservo toda amizade
Como se fosse um irmão
É o amigo que me acode
No instante da provação.

A ti faço um brinde
Levanto a taça: Tim, Tim...
Por ti amigo querido
Obrigada o quê faz por mim.

O guardo com muito carinho
Dentro do meu coração!

Feliz dia do Amigo!

Márcia A Mancebo
20/07/20

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A memória não esquece...

7042054700?profile=RESIZE_710xA memória não esquece

Pela janela vejo a chuva respingar
Vem para mente a última palavra dita
Naquele instante aos poucos, vi a ilusão vagar
Uma angústia tal fel trouxe uma dor maldita.

Despedida... silêncio, voz emudecida
O luto veio instalar – se no coração
e as horas passaram lentas... descoloridas.
E, restara somente eu e a cruel solidão.

Os anos passam e não cai a mesma garoa.
As estações mudam, mas o vento inda entoa
Aquela frase, a última, de imensa dor.

O adeus tornara–se uma infinita saudade
Os dias marcaram tristeza e a realidade
Mas, a memória nunca esquece o grande amor.

Márcia A Mancebo
2017

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Poesia

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Dos olhos uma lágrima rola
por um amor não correspondido.
Mais uma vez um coração atola
no fundo poço, dos deprimidos.

O que era platônico e bonito
perde– se na imensidão do céu
e esparrama – se pelo infinito
acobertado por azul véu.

Poeta não se dá por vencido.
Traz a esperança com devoção
um sentir que nunca é distorcido,
um tijolinho pra inspiração.

Nasceu assim de um verso a poesia
Inundando a mente de desejos
E aquele tédio... e a melancolia
morre, com sabor de um doce beijo
descrito com primor e alegria.

Márcia A Mancebo
18/07/20

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A mão da vida

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Fui feliz! Passo horas meditando
a felicidade experimentei.
Foi demais, alto preço estou pagando.
Esse idílio marcou, foi forte, ousei…
Na imensidão me perdi flutuando.

Me entreguei de coração a esse amor,
pois, não foi sentimento fingido,
foi realidade… senti o sabor.
Por anos vivi como Ser ungido.

Aos poucos esse querer foi sumindo.
Hoje está foragido e o procuro
nas noites, pois, estou desmilinguindo
meus dias ficaram em pleno escuro.

Porém, um poeta com seu versar
acalentou meu coração abatido.
Fez-me entender, quem perdeu em não me amar
e fugiu para viver escondido
sentirá como é triste trilhar só.
Sangrará a pele ter desiludido,
pois, a mão da vida açoita sem dó.

Márcia A Mancebo
(26/03/19).

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Ilusão

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Paixão, bordada com cores
Sonho que me levou ao céu
Trouxe– me muitos ardores;
Ao meu corpo, um fogaréu.

Esse mesmo sentimento
Lindo, puro e sensível.
Deu– me um aborrecimento
Um contraste tão horrível
A dor da desilusão!

Hoje maldigo o destino
Que pensei ser tão bonito
Com pureza de um menino
Me trouxe a grande certeza;
Nada na vida é infinito
E amar é mera ilusão!

Márcia A Mancebo
19/07/20

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CPP