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Castelo de areia

 

Castelo de areia 

Eu deixo, na areia, minha marca do amor insano. 

Sonhos deveras construídos sobre alicerces frágeis. 

Devaneios de vidas afoitas, inertes em seus sentimentos. 

Vagueiam desatinados pelo caminho ermo da solidão. 

Desapercebidos em suas paixões, em desejos descabidos 

Sua sina se cumpre na palma da mão que acaricia seu 

Castelo de sonhos pueris, indolente e insensível. 

Eis que o tempo urde... segue seu destino inóspito. 

Maria Angélica de Oliveira – 06/11/19 

TemaPoesia/Indriso 

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