Pingos de orvalhos

Pingos de orvalhos 

Olhando para os confins, a pensar;
Buscando muito longe o meu passado.
Tempo lindo, que hoje vejo findar.
A maneira de viver, mudou agora.
Belos momentos foram enterrados.

Mas, é outra a estrada do meu caminhar.
É linda, extensa, com flores nas margens,
A ramaria é tanta a despencar.
No chão, folhas caídas da ramagem
e que se espalha pela via a fora.

O que há depois das curvas, não importa
Eu viajo pela trilha alongada.
Se entristecer neste instante estou morta
Perco a esperança, nos dias, acumulada.

Sigo com meus sonhos e fantasias
Os rego com fragrância...com odores.
Quero envelhecer com muita alegria
com pingos de orvalhos multicores.

O que há depois das curvas?
Na minha mente de poetisa
Há um lamaçal devido a chuva
onde é escorregadio e desliza
e a arte de escrever lá enfatiza!

Márcia A Mancebo
09/06/20

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