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Dueto: Márcia e Ciducha ( Por um Segundo & Por um Segundo fui Tua)

 

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Dueto - Por um Segundo & Por um Segundo  fui Tua) (. Márcia & Ciducha )

 

Por um Segundo

 

Nos meus lábios carmim deixaste um beijo…

Fugiste de mim, sem dizer adeus.

Olhando-me no espelho, os lábios vejo:.

Por um segundo, um dia, foste meu.

 

Exalavam teus lábios puro amor.

Tocaram os meus tímidos… serenos;

Senti nesse momento um doce ardor.

Pois conquistaste um coração pequeno.

 

Tenho te buscado por todo canto,

Em teu beijo, mostraste teu desejo,

Que revelaste, trazendo-me encanto.

 

Fugindo de mim, deixaste borrado:

Meus lábios carmim com teu doce beijo.

Ainda sinto o teu gosto, meu amado!

 

Márcia Aparecida Mancebo

 

 

&

 

Por Um Segundo Fui Tua

 

Deixei em teus lábios meu carmim, não como quem marca…

mas como quem se revela.

 

Te beijei sem pressa, mesmo sabendo

que depois viria o silêncio.

 

No espelho, ainda vejo o leve borrado da tua boca na minha —

prova de que não foi sonho.

 

Por um segundo, fui tua. Inteira.

Sem medo.

Sem medida.

 

E se fui embora depois, foi porque senti demais.

Há beijos que passam…

e há beijos que ficam morando na gente.

 

O teu ficou.

Ciducha

 

 

Saiba mais…

Na madrugada

 
 
 
 
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Na madrugada…

— Você sente isso?— Sinto… desde o primeiro olhar.

— Meu coração está descompassado.— O meu perdeu o ritmo quando você me tocou… mesmo sem tocar.

— Não me olha assim…— Assim como?— Como se fosse me despir por dentro.

— Talvez eu queira.— Então venha… mas devagar.— Devagar?— Para que cada segundo arda.

— A lua está nos vendo.— Que veja… já não escondo o que sinto.— E o que você sente?— Um fogo manso… que só você sabe acender.

— Tenho medo dessa intensidade.— Eu não.— Não?— Tenho medo apenas de não viver isso com você.

— Então fica.— Fico.— Mesmo que a madrugada acabe?— Mesmo que o mundo acorde.

— E se esse instante for só ilusão?— Então que seja a mais doce das verdades inventadas.

— Me abraça.— Já estou em você.

Silêncio.Respiração próxima.Desejo que não pede licença.

— Na madrugada…— …instante da paixão.

— Ciducha

 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

Saiba mais…

Dueto: Ciducha e Antonio Domingos

Dueto Amor às Esconsas ( Ciducha) e

Amor nas Sombras ( Antonio Domingos)

 

 

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Amor às esconsas

Ciducha

 

É nosso esse amor sem testemunhas, silêncio cúmplice a nos envolver; nasceu quando almas, tão nossas,se acharam sem querer.

 

Amor maduro, de chama contida, que arde sem nunca se mostrar; distante no toque da vida, presente no jeito de olhar.

 

caminhos, atiça vontades, em febres mansas me faz delirar; nas noites fundas, em cumplicidades, te sinto em mim repousar.

 

Se é escondido — pouco me importa: é amor… e em mim sempre transborda.

 

Santos/SP

 

 

Amor nas Sombras

 

Antonio Domingos

 

 

É nosso imenso afeto estrelado nas estrelas

 

Que nossas vidas ignoram com o silêncio consequente.

 

Nasceu quando nossos destinos, profundamente

Se reconheceram secretos e ardentes.

 

Amor já tão maduro, de branda centelha,

Que arde sem alarde na sombra da vida;

Longe das mãos, e que no olhar se espelha

A chama serena que nunca se olvida.

 

Desvio de caminhos, amostra nossas vontades,

 

E em doces vertigens me faz suspirar;

 

Nas horas tardias de eternas verdades

 

Te sinto em meu íntimo a repousar.

 

Se paixão oculta persiste , não se perde a grandeza:

Amor verdadeiro dispensa clareza;

 

E mesmo nas

sombras floresce apurada beleza.

 

Fim

A Domingos

 

 

 

Saiba mais…

Amor às esconsas

 

Amor às esconsas

Ciducha 

É nosso esse amor sem testemunhas,silêncio cúmplice a nos envolver;nasceu quando almas, tão nossas,se acharam sem querer.

Amor maduro, de chama contida,que arde sem nunca se mostrar;distante no toque da vida,presente no jeito de olhar.


31093313689?profile=RESIZE_710xDesvia caminhos, atiça vontades,em febres mansas me faz delirar;nas noites fundas, em cumplicidades,te sinto em mim repousar.

Se é escondido — pouco me importa:é amor… e em mim sempre transborda.

Santos/SP

 

 

 

 

 

 

 

Saiba mais…

 

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A Poeta e a Noite

Cifducha

Se és poeta da noite que me chama,
sou a chama que dança no teu breu,
mistério que no escuro se derrama
quando o teu desejo encontra o meu.

Se a lua guarda beijos em segredo,
nos teus versos me deixo revelar,
perco o medo, desfaço cada enredo
quando sinto tuas mãos me procurar.

Dizes que o sol é inimigo dos amantes…
pois que seja — ficaremos na penumbra,
onde os corpos falam mais que os instantes.

E se te afogas no néctar que te dou,
é porque a noite em mim também te inunda…
e, em teus braços, poeta, eu também sou.

 

Santos/02/2026

 

Saiba mais…

Uma breve declaração de Amor

 

Uma breve declaração de Amor

Ciducha

 

Se em alguma curva do tempote sentires só ou distante,lembra — eu serei teu caminho de volta,teu farol aceso, constante.

 

Não há nuvem que me esconda de ti,nem silêncio que me apague em teu peito,pois habito em cada batida tua,no amor que em nós foi feito.

 

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Se me chamares — eu venho,em pensamento, em sonho, em sentir…porque também nunca hei de me perder de ti,mesmo que o mundo insista em nos dividir.

 

Amo-te de dentro pra fora,de onde a alma aprende a existir…e se perder é deixar de amar,então jamais me perderei de ti.

E ponto.

 

São Paulo, 20 de Fevereiro de 2026

 

 

 

Saiba mais…

ME POETIZE

 

 

 

 

 

 

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ME POETIZE

 Ciducha

Me poetize… me faz voar,
mas voar baixo… dentro do teu olhar,
onde  minh’alma aprende a repousar
e meu silêncio começa a te amar.

Sou verso nu, ferida a pulsar,
coração aceso sem saber se apagar,
te escrevo em mim, sem papel, sem voz,
como se o amor sangrasse em nós.

Nas asas febris da imaginação,
me perco inteira na tua direção,
entre estrofes busco abrigo e calor,
e me encontro… prisioneira do teu amor.

E quando a inspiração me vem ferir,
te vejo em tudo que insiste em florir,
sou poeta em dor, em chama, em viver…

Me poetize… pra eu não morrer.

 

 

 

 

Saiba mais…

Quando vieres.../ Quando eu for...

Quando vieres.../ Quando eu for...
Ciducha
 
Quando vieres,
traz teus abraços,
quero morar neles
em silêncio e laços.
 
Afaga meus cabelos,
devagar, sem pressa,
como se o tempo inteiro
em tuas mãos coubesse
 
Quando vieres,
traz tuas mãos às minhas
que o amor nos acenda
em uma só chama
 
31089587259?profile=RESIZE_400x
Quando eu for,
levarei meus silêncios
para descansar nos teus.
 
Abrirei meus braços
como casa acesa
à tua espera.
 
E no encontro das nossas mãos,
farei do amor morada inteira
onde nada mais
precise partir
 
 
 
--
 
 
 
Saiba mais…

Dueto: Ciducha e Antonio Domingos

 

 

 

 

 

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Dueto “ Testando o Amor” Ciducha e

“‘Amor que resiste” Antonio Domingos

 

Testando o Amor

Ciducha

 

Acho que já passamos no teste

Tantos anos, tantos encontros e desencontros...

Silêncios partilhados, palavras não ditas

Ciúmes escondidos, jamais confessados

 

Arroubos, às vezes tão fora de hora

O reencontro esperado, momentos de calmaria

Entrega partilhada, desejos latentes

Por vezes extasiados, amor mal balbuciado

 

 

Nas entrelinhas, confissões tímidas .

Teu olhar é luz que brilha em meu escuro

E mesmo quando está sendo ocultada,

Deixa um reflexo tão belo, tão puro

 

E nessa valsa que hoje virou uma estória

Fica a teimosia de quem se atreve em dizer

Que nosso amor foi testado e aprovado

Um amor que resiste, um amor que perdura.

 

Fim

Ciducha

09/02/2026

 

 

 

 

 

Amor que persiste

Antonio Domingos

 

 

Nosso Amor se alinha na linha do horizonte

Controvérsias em nossas promessas

Amor se firma na alteza do firmamento

 

Nos vazios da alma , sonidos são brilhos

Em vozes que gritam na surdez do silêncio

Desconfianças preteridas,falsas feridas

 

O Perdão conquistou espaço entre as estrelas

Gritos e embates , negados pelo coração,

Indeferidos, a alma coaduna brancas dunas

 

A calma se faz amiúde nos encontros de Paixão

Anseios e desejos latentes vibram nos espaços

Amor se refaz no calor do sol de todo amanhecer

 

Nossos segredos, íntimas confissões

A luz do Luar brilha em teu olhar , alerta

Na escuridão dos cômodos arejados

 

Nossos sentimentos fogem aos labirintos

Reflexões de nossos dias vividos com ternura

E a dança nos faz calar ,em nossa doce canção

 

E caminhamos na firmeza de ser e ter

Um Amor grandioso que se mantém aceso

Persiste nas calçadas na cura de cicatrizes

 

Fim

A Domingos

 

 

Saiba mais…

Dueto : João Carreira e Ciducha

 
 
 
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!🎶Se o Amor Fosse Um Sonho...!🎶
João Carreira
I
E se tua luz fosse esmaecida,
Se as estrelas cessassem de brilhar,
Se a noite, sem lua, fosse perdida,
E o tempo ousasse nos relativizar.
 
II
E se teu corpo não fosse feérico,
Nem tua voz pudesse solfejar,
Se o amor tornasse-se exequível,
Sem permear a alma a se encantar.
 
III
E se a saudade em agruras fundisse,
Se não arvorejasse o meu querer,
Se evidência nenhuma surgisse,
Pra evocar memórias do bem-querer.
 
IV
E se a balalaica, em tom sui generis,
Não tocasse os sons do imaginar,
Se o destino um dia fosse inerme,
E o amor deixasse de nos abraçar.
 
 
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Mesmo que o Amor fosse um sonho
Ciducha
 
Mesmo que a luz se apague e as estrelas sumam,
O amor que sentimos permanecerá,
Pois é uma chama que arde em nossos corações,
E nada pode extinguir essa paixão.
 
Mesmo que o tempo nos afaste e o destino nos separe,
O amor verdadeiro nunca morre,
Ele permanece em nossas memórias,
E nos faz sentir vivos, mesmo na dor.
 
E se a saudade for insuportável,
E o silêncio for ensurdecedor,
O amor será a ponte que nos une,
E nos levará de volta ao amor.
 
 
 
 
Saiba mais…

Trieto: CIDUCHA/ANTONIO FERREIRA /JUAN MARTÍN RUIZ

 

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Divagando
Ciducha
 
Por que os velhos não podem sonhar?
O coração e a alma, esses não envelhecem.
O corpo pode cansar, os olhos podem se apagar,
Mas o amor, esse, insiste e faz o peito suspirar.
 
Por que os velhos não podem sonhar?
Se o amor é eterno e a alma não tem idade?
Que continuem sonhando, que o amor não tem fim,
E que os sonhos, esses, nunca envelhecem. Sim!
 
Velhos sonham com o passado,
Mas o amor sonha com o futuro.
O coração não tem idade,
E o amor, esse, é sempre puro.
 
...E quanta ternura pode ainda haver!
 
 
 
 
"Não quero ser um peso na minha velhice”
Antonio Ferreira
 
 
 
Não tenho medo de envelhecer,
 
Não temo as rugas nem a pele que se solta como um lençol ao vento.
 
Não me assustam os cabelos prateados nem o passo lento dos meus próprios pés.
 
 
 
Não temo a solidão,
 
pois aprendi a amá-la,
 
tornei-a minha aliada,
 
meu refúgio.
 
meu conforto,
 
minha companheira
 
 
 
Mas há algo que me inquieta, algo que se esconde nas sombras dos anos que ainda não vivi: o destino.
 
Esse destino que joga com cartas marcadas, que às vezes te senta à mesa com um copo de vinho,
 
E noutras, te deixa à espera, debaixo da chuva, sem abrigo.
 
 
 
Não quero ser um peso, um suspiro de resignação nos lábios de alguém.
 
Não quero ver nos olhos dos outros o reflexo da minha fragilidade, da minha dependência.
 
Não quero que o meu nome se torne sinônimo do sacrifício de alguém.
 
 
 
Quero ser vento, quero ser brisa,
 
Quero continuar a mover-me mesmo quando o corpo doer.
 
Quero que a minha velhice seja um poema de liberdade, um café com cheiro de memórias,
 
Uma tela que ainda busca o seu último toque de pincel.
 
 
 
Não temo a velhice.
 
"""""Temo perder-me num destino que não escolhi.""""
 
Fim
 
 
 
 
O MEU CORAÇÃO NÃO MORRE
Jusan Martín Ruiz
 
Fica a velhice na idade
E rima no coração.
Mora na eterna saudade
O incêndio da paixão.
 
A vida é que vai passando,
A velhice vai chegando,
Mas nunca morre o amor,
Porque é muito necessário,
É esse som libertário,
É o perfume de uma flor.
 
O meu coração não morre
Porque estou pensando em ti;
A maior dita o percorre
 

 

Saiba mais…

Testando o Amor

 

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Testando o Amor
Ciducha
 
Acho que já passamos no teste
Tantos anos, tantos encontros e desencontros...
Silêncios partilhados, palavras não ditas
Ciúmes escondidos, jamais confessados
 
Arroubos, às vezes tão fora de hora
O reencontro esperado, momentos de calmaria
Entrega partilhada, desejos latentes
Por vezes extasiados, amor mal balbuciado
 
 
Nas entrelinhas,  confissões tímidas .
Teu olhar é luz que brilha em meu escuro
E mesmo quando está sendo ocultada,
Deixa um reflexo tão belo,  tão puro
 
E nessa valsa que hoje virou uma estória
Fica a teimosia de quem se atreve em dizer
Que nosso amor foi testado e aprovado
Um amor que resiste,  um amor que perdura. 
 
 
 
 

 

 

Saiba mais…

Dueto: Ciducha & Márcia (O Coração Chora & Lágrimas de Madrugada)

MEU CORAÇÃO CHORA
Ciducha

Chove no meu coração, chove sem parar

A chuva é lágrima, é a dor de te lembrar

A saudade é um rio que transborda,

E nessa tristeza eu me perco, sem querer.

A chuva cai e eu me vejo só

Com o eco da tua voz e o vazio que me consola

Mas na dor há beleza, há um quê de emoção

E, nesse choro, eu encontro a minha redenção.

E na chuva que cai como um pranto do céu

Lembro do teu semblante e do amor que me envolveu.

A saudade aperta e o coração se desfaz,

E, neste dilúvio de emoções, eu me perco uma vez mais.

São Paulo/02/2026

&

Lágrimas da Madrugada

A chuva que cai do meu coração
É lágrima retida e sufocada,
que transborda qual cheio ribeirão,
quase sempre vem pela madrugada.

Na madrugada que a saudade chega,
e a ausência sempre é muito sentida;
sequer a lua e a estrela me aconchegam,
vejo aos poucos levar a minha vida.

No silêncio procuro explicação
pra esse querer que não sei definir;
não consigo livrar-me, é paixão,
minha alma não consegue mais fingir.

A lágrima despenca sem cessar,
e vejo tua imagem pelos cantos;
estendo os braços a te abraçar
pra eu pensar em ti com doce encanto!

Márcia Aparecida Mancebo
04/02/26

 

Saiba mais…

MEU CORAÇÃO CHORA

 

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MEU CORAÇÃO CHORA

 

Ciducha

 

Chove no meu coração, chove sem parar

A chuva é lágrima, é a dor de te lembrar

A saudade é um rio que transborda,

E nessa tristeza eu me perco, sem querer.

 

A chuva cai e eu me vejo só

Com o eco da tua voz e o vazio que me consola

Mas na dor há beleza, há um quê de emoção

E, nesse choro, eu encontro a minha redenção.

 

E na chuva que cai como um pranto do céu

 Lembro do teu semblante e do amor que me envolveu.

A saudade aperta e o coração se desfaz,

E, neste dilúvio de emoções, eu me perco uma vez mais.

 

São Paulo/02/2026

 

Saiba mais…

Impossível?!

 
 
 
 
 
 
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Impossível?!
Ciducha
 
Viver sem você? Isso não dá para ser...
Mais do que cruel, é vã qualquer tentativa.
Se respiro o nosso sonho, se é dele que emana vida...
Desterrá-lo... Como?  Deixar meu barco à deriva...Jamais!
 
 
 
Em cada verso, um pedaço de mim,
Em cada silêncio, um grito sem fim.
No seu amor, me encontro e me refaço,
 

E sem você, não há vida que faça sentido.
Sem nos termos, sem nos darmos mutuamente,
Não somos ninguém... Sabes disso... Eu também sei!

Viver sem você? _Impossível!
 
 

Saiba mais…
 
 
 
 
 
 
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Dor de Amor
Ciducha
 
 
A dor principia onde o amor se desfaz,
Mas é também onde a verdade se faz.
No silêncio, a alma se renova,
E o amor, pleno, sem perguntas, se encontra.
 
As sombras dos olhares enviesados,
Varam corações, deixam almas magoadas.
Mas é na dor que a compreensão se acende,
E o amor, transformado, se transcende.
 
O amor que se acaba é o que se renova,
Na solidão, a alma se encontra e se prova.
O caminho sozinho é o que leva a amar,
Um amor diferente, sem pergunta nem resposta, a encontrar.
 
"Aqui, onde a dor foi vencida,
O amor passa a existir em estado de graça", sem medida.
"Um amor que se ama," pleno e livre,
É o que resta, quando a dor se dissolve.
 
 
Saiba mais…

DUETO: Ciducha e Antonio

 

 

 
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Divagando...
Ciducha
 
Por que os velhos não podem sonhar?
O coração e a alma, esses não envelhecem.
O corpo pode cansar, os olhos podem se apagar,
Mas o amor, esse insiste, e faz o peito suspirar.
 
Por que os velhos não podem sonhar?
Se o amor é eterno, e a alma não tem idade?
Que continue sonhando, que o amor não tem fim,
E que os sonhos, esses, nunca envelhecem. Sim!
 
Velhos sonham com o passado,
Mas o amor sonha com o futuro.
O coração não tem idade,
E o amor, esse é sempre puro
 
E quanta ternura pode haver.

 

 

 

 

Chegar da Velhice

Antonio Domingos

 

"Não quero ser um peso na minha velhice”

 

Não tenho medo de envelhecer,

Não temo as rugas nem a pele que se solta como um lençol ao vento.

Não me assustam os cabelos prateados nem o passo lento dos meus próprios pés.

 

Não temo a solidão,

pois aprendi a amá-la,

tornei-a minha aliada,

meu refúgio.

meu conforto,

minha companheira

 

Mas há algo que me inquieta, algo que se esconde nas sombras dos anos que ainda não vivi: o destino.

Esse destino que joga com cartas marcadas, que às vezes te senta à mesa com um copo de vinho,

E noutras, te deixa à espera, debaixo da chuva, sem abrigo.

 

Não quero ser um peso, um suspiro de resignação nos lábios de alguém.

Não quero ver nos olhos dos outros o reflexo da minha fragilidade, da minha dependência.

Não quero que o meu nome se torne sinônimo do sacrifício de alguém.

 

Quero ser vento, quero ser brisa,

Quero continuar a mover-me mesmo quando o corpo doer.

Quero que a minha velhice seja um poema de liberdade, um café com cheiro de memórias,

Uma tela que ainda busca o seu último toque de pincel.

 

Não temo a velhice.

"""""Temo perder-me num destino que não escolhi.""""

 

 

Saiba mais…

Divagando

 

 

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Divagando...

Ciducha

 

Por que os velhos não podem sonhar?

O coração e a alma, esses não envelhecem.

O corpo pode cansar, os olhos podem se apagar,

Mas o amor, esse insiste, e faz o peito suspirar.

 

Por que os velhos não podem sonhar?

Se o amor é eterno, e a alma não tem idade?

Que continue sonhando, que o amor não tem fim,

E que os sonhos, esses, nunca envelhecem. Sim!

 

Velhos sonham com o passado,

Mas o amor sonha com o futuro.

O coração não tem idade,

E o amor, esse é sempre puro.

 

E quanta ternura pode haver!

 

São Paulo/2025

 

 

 

 

Saiba mais…
CPP