Posts de Gustavo (56)

MULTIARTISTA

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MULTIARTISTA

Um artista pragmático,
Contraditório, criativo.
Enigmático, surpreendente,
Ativo, variado, inusitado.

Conhecimento fantástico,
Mente ímpar, olhar vivo,
Das letras e sinais ciente,
Por vezes lido,outras, olvidado.

Vasculha á procura de verbetes,
Bagunça do cérebro, as gavetas,
Compõe em hebraico, em falsete,
Poemas, telas canções, operetas.

(gustavo drummond)

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OBJETIVO

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OBJETIVO-

Não cogito o lugar comum,
o trivial, Déjà vu, plausível,
ambiciono o inédito, improvável,
galope alado, barril de rum.

Chegarei até o impossível,
Ás raias do inacreditável.
Bem no topo, acima do apogeu,
Me elevar até a fronteira do céu.

Único objetivo : te encontrar, sentir
o sabor do seu sorriso, só disso
estou carente, você é meu laurel.

Destino que necessito já atingir,
com coragem, fé, compromisso,
Sermos conteúdo de mesma vida.

(gustavo drummond)

 

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RENASCIMENTO

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RENASCIMENTO

Cogito sair para o distante,
Onde não tenha conhecidos,
Ninguém tem ciência de mim.
Como um íntimo renascimento.

Anseio possuir só o bastante,
Água sadia, comida potável,
Trajes puros, cérebro bendito.
Aceito o que vier, início sem fim.

Petrificar gentileza. banir tormentos.
Tudo é permitido, nada é improvável.
Cuidar (como se meu fosse) do mundo
Ser cuidado pelo brilho eterno, supremo.

(gustavo drummond)

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PRÉ-APOCALIPSE

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Foi um dia pra esquecer:
O sol não foi encontrado
Metrô só andava de ré,
Portas não eram abertas.

Nenhum ser atreveu
a acordar aves, mudas,
Tudo árido, imenso chover
de ácido e poeira; inusitado.

Telefones, inclementes, até
tocavam; chamadas incertas.
Beato se proclamou ateu.
Não duvide, nem se iluda.

É apenas o fim do princípio,
Talvez o princípio do fim.
Paira contundentes indícios,
Que doravante será assim!

(gustavo drummond)

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LIBERTO

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INDEPENDENTE

Deixem que falem
que sou raso, pouco,
nada faço, me omito,
zero á esquerda, inútil.

Não permito que me calem,
Assumo-me como louco,
Intromissão nunca permito;
vinda de voz inútil.

Se for para quebrar, conserto,
Se for para negar, logo ratifico,
quando me querem perto, distancio.
Me despedem, então permaneço.

Sigo, indizível, ousado,indiscreto,
Inerte, omisso, ausente não fico.
Polêmico, contesto, fera no cio.
Meu destino só eu conheço.

(gustavo drummond)

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CONFISSÃO

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CONFISSÃO

Vê o âmago
de minha alma.
Você se verá.
Obra do amor,
Ânsia do querer.
Valsa calma,
nos levará
a polinizar flor,
mar imenso
onde flutuaremos,
embebidos de sentimento.
Sem noção, sem senso,
Tudo que queremos,
ímpeto intenso,
Eternizar este momento.

(gustavo drummond)

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LEMBRETE

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LEMBRETE

Se amanhã, eu não amanhecer,
não chamem a polícia,
não avise a família,
deve ser coisas do meu ser,
lembranças da milícia,
das ideias maltrapilhas.

Não tente entender,
vale ver como funciona,
processo patológico,
tinha que acontecer,
só agora veio a tona,
obvio, evidente, lógico.

Poema renascentista,
escapou da gaiola,
se tornou repentista,
se apegou a mim,
não me perde de vista
mora onde moro,
sempre assim,

[gustavo drummond]

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ECLIPSE ÍNTIMO

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ECLIPSE ÍNTIMO

Quado acontece nosso eclipse
íntimo, diário, impactante,
sobrepomo-nos com intimidade,
evento marcante, privativo.

São dispensáveis as elipses,
incontáveis as variantes,
fato de mais alta privacidade,
apogeu elevado, ápice superlativo.

(gustavo drummond)

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DESLUMBRE

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DESLUMBRE

 

Bárbara guerreira latina,

olhos de ônix oriental,

lábios de imã,

sonhos de estranha magia,

alma doce, feminina,

sol, céu, sal,

luar de poesia,

linda, abusadamente,

bem-vinda, encanta-me;

alento de minha fraqueza,

fascínio que me devora,

amor que se fez canto,

amar de morangos e certeza;

rosa agreste que brota,

me realiza tanto, tanto;

altera a dança, inverte rota,

enlouquece o clima,

inventa rima;

por você clama

minha flecha certeira,

minha vida estrangeira.

 

[gustavo drummond]

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DELÍRIOS DE UM POETA

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DELÍRIO DE UM POETA

Escreve no espelho d'água,
partículas de sentimentos,
mágoas do interior,
âmago de amor insano,
Beijos palpáveis,
Prazer e tormento,
Metáforas amáveis,,
fingimentos concretos,
abstratos sólidos
que não é, nem será.
Encena sorrisos,
dóceis, completos;
sendo causa, se faz efeito.
Seu lar ... tantos lugares,
De Olinda a Bagdá.

Meticulosamente preciso,
precisa se imaginar
ser túneis, hangares,
futuro passado,
passado presente;
transpor utópicas pontes,
se afogar em fontes
turvas, anfíbias,
poesias agudas,
romântica hipocondria.
olhar muda,
ilógicas certezas.

[gustavo drummond

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PROCISSÃO

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PROCISSÃO

Sob um sol irado,
se arrastam, contritos
hipócritas fanáticos,
fantasmas fantásticos,
párias sem pai.

Hinos descorados;
corpos esqueléticos,
vozes em farrapos,
nuvens ausentes,
rumo ao inexistente.

Devotos ácidos,

terços percorridos,
pés áridos,
pó envolvente;
sofrida gente ...

[gustavo drummond]

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O POETA DORME

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DORME POETA

O poeta dorme estressado
sobre versos brancos, leves;
sonha com lugares estranhos,
fatos inusitados, seres sedentos.

Agora, indiscreto, visita o passado.
Um ataque de animais moleques,
Papagaios silentes, verdes, fanhos.
Quanto mais foge, sente-se dentro.

Sina de um bardo alucinado, louco,
aprisionado por poemas marginais,
Acha ter havido tudo; mas foi pouco,
Ninfas iradas não o deixam em paz.

(gustavo drummond)

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SOMOS POETAS

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Salve o DIA DO POETA- 20 de Outubro -

SOMOS POETAS

O poeta institui, renomeia o intangível,
recorda as peripécias do impossível,
tem algo de vidente, muito de louco,
se inspira em detalhes e por tão pouco .

..
O inusitado lhe é próprio e propício,
lhe são íntimas as palavras e sinais,
se entranha nas raízes, testa os indícios,
de toda audácia e meiguice é capaz.

Laurel do poeta é ser lido, ecoada sua voz,
nas olarias, periferias, prostíbulos, usinas,
personagem de sonhos utópicos reais.
Afinal ... poetas somos todos nós
.
[Gustavo Drummond]

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