Posts de João Batista De Campos (131)

nirvana

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nirvana
 
para conquistar 
o bem-estar  é pre-
ciso enxergar com os 
olhos  do  espírito o mo-
mento  pelo  qual se sente 
a simplicidade da vida, ape-
nas isso, nada mais pode ser 
importante do que  entender o 
nada, o  vazio, vácuo donde  to-
das as almas são  procedentes. a 
emoção  do ego  na  grandiosidade
desta  vida  efêmera  só  pode  trazer 
constrangimentos  ao  empafioso  que 
se encontra  cego  ao  não  ter  a  óbvia 
consciência  de sua própria mortalidade.
No momento  em  que se pode realmente 
olhar e  contemplar  o  sorriso  de  uma 
criança, o  andar  encarquilhado dum 
ancião, o desabrochar duma flor, 
a  verdade 
duma simples
gota de orvalho a 
refletir  todo  o  firma-
mento  divino.  Então pode 
dizer que está começando a en-
xergar o óbvio,  apenas o  óbvio.
quando  a alegria for  apenas 
pela própria alegria, sem 
esperar ou  por ter conquistado 
um prêmio boçal qualquer, então, 
evolução d’alma começa a florescer.
quando você sentir o prazer da  felicida-
de por nada,  apenas  nada,  cresceu  sobre-
maneira,  pois,  não  discute  mais, não  tendo 
de  provar  nada, absolutamente  nada a  ninguém. 
Agora se você não está entendendo, sinto muito,  pois, 
terá de descer do seu altar e aprender a mais simples lição 
desta vida, a humildade... Feche  seus olhos  esvaziando a sua 
mente, deixe  que  o amor, apenas  o amor  invada  todo o seu ser.
Se conseguir essa simplicidade, acaba de  atingir o nirvana  e  pode 
esquecer os céus e os infernos, pois, atingiu o fim colimado d’alma 
humana, e não queira mais do que isso... modestamente este seu 
conservo pede-lhe a receita de chegar ao auge da singeleza.
bons sonhos, onde mora a sua essência.
 
 
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Pineal

 
 
 
Pineal

ouro;

teso-

uro

real

pode

ser uma

singela pa-

lavra, porém,

indo além é algo

simplesmente imor-

tal  a fazer  da vida uma

bela  ou desajeitada  aqua-

rela real a deixar o indivíduo 

pinéu ou  iluminado especial. 

Pituitária para pessoa otária, 

hi-

pófise 

para  enfe-

itar a  nossa  estrofe.  Para  simplifi-

car  o  seu  entendimento, se é  que

já não sabe  que  se  trata da terce-

ira visão, a  qual  dá vida a ilusão

do bom coração. É inteligência

da  própria  ausência  qual a-

vença qualquer tradição e

traz  saúde  e desajuste

amiúde  pela atitude,

pseudo  virtude 

do velhaco 

irmão 

trans-

gressor,

sem amor. 

Pineal, pon-

to ideal para 

a iluminação

real.  É o va-

lor do pen-

sar na vi-

da  do 

mor-

tal

imortal.

O seu lindo e amorável olhar está 

no fechar de suas  pálpebras.

Não  se engane  não, é na 

treva que se encontra 

a luz da iluminação.

Acenda  essa luz  de sua visão

e ascenda à visão da terceira visão.

Abrase o seu bom coração e abrande

aquela  exagerada  emoção, pois, tudo

não  passa  de  mais  uma  ilusão à re-

petência  da  cósmica  informação.

Se tiver dúvida atual, atualize-se 

sobre a glândula pineal. Pra 

que serve o Google 

afinal?

Eis a bem-

aventurança da 

Kundalini, abertura 

do chakra central.


 
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Viver é arte

Viver é a arte de se inspirar no germinar gracioso dessa divina semente plantada no ar de nossa mente-imaginação. É muito mais que simplesmente. É sentir a brisa ao zurzir do vento lento ao balouçar das folhas no firmamento, é força imorredoura da percepção. É olhar ao mar, ao pó, ao amor maior, ao dó da dor na cor da degradação. É sentir o gesto dissimulado do irmão. É enxugar as lágrimas, conter o riso, ver o lixo ao enxergar o bicho com ramalhete de rosas brancas em suas mãos de pelúcia dentro de sua amarga astúcia. Viver é o amor sem tradução. É a estrada desobrigada da obrigação. É a carga sobre a ilharga é o luxo desvencilhado do orgulho oco. É se fazer de moco aos gritos apavorantes da ilusão. É notar o tempo inteiro a atitude certa do companheiro para aprender a sábia arte de sobreviver entre o bem e o mal, sem a ousadia de julgar sem conhecer. É a sabedoria de entender a feiura e a beleza dum amanhecer ao degustar o açúcar e o sal da natureza. Viver é a beleza da sorte de morrer na morte da ilusão. O resto é vida, meu querido irmão.

jbcampos

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Guardião

Somos volúveis sobremaneira ao passarmos pela vida inteira, inteirando ideias conexas e desconexas, verdades & mentiras anexas. Caímos em ardilosas armadilhas gostosas, porém, elas veem retirar até o nosso último vintém. É a lei da sobrevivência implacável, e somente o ser humano pode e deve defender-se de todas suas tramas as quais podem sobrecarregar a concordância do amém em desajeitada patranha. O homem também vai além, criando guerras infindas pela eternidade advinda. Poder e riqueza reforçam essa mesa. Momentaneamente, incoerentemente pela ilusão de vida passageira e indevida, endividada pela vida inteira. Na realidade tudo não passa de ilusória besteira. O assunto que aqui nos convém, convenhamos, é cuidar da nossa orbe mental, que tal? É neste exato momento que entra o nosso Guardião mental, sujeito pouco sentimental. Sem a sua providencial interferência o nosso sonho pode se tornar desastroso pesadelo, ao desenrolar desse antigo novelo chamado de: Medo, com várias alcunhas: Insegurança, Inveja, Ódio, Vingança, Morticínio, Matança, Covardia, enfim os demais companheiros dessa nojenta orgia que produz o excesso de medo, eis o Guardião guardando seu mais íntimo segredo. Se o nosso Guardião mental, estiver sóbrio, e nessa lucidez separar cuidadosamente a dor e o prazer em seus devidos lugares, com certeza, teremos maiores momentos de felicidade em vez de tormento à espera de atrocidade, este é o conhecimento óbvio de nossos movimentos. Vamos simplificar o nosso entendimento: No presente momento, ao plantarmos mamão, temos a plena certeza de que colheremos mamão, isso é bem óbvio e bom, porém, a sua qualidade não depende somente do nosso cuidado, mas podemos deixar de lado maiores preocupações, portanto, melhorando a nossa qualidade de vida psicossomática ao se preocupar com esse plantio o qual depende do sol, da chuva, da praga e do estio. E não pense que a vida nossa de cada dia é diferente, apenas temos de fazer a nossa parte, o resto, com certeza, ficará ao deus-dará. Nada podemos fazer além da nossa limitação. Quando um mau pensamento se aproxima da nossa mente esse Guardião conhecido por subconsciência deve estar treinado para repeli-lo tranquilamente, sem medo, sem cisma, sem ódio, sem fobia, sem rima, coisas que o subconsciente não tem, somente quando o condicionamos, então dá pra se ter uma ideia de que ele realmente é o nosso mais fiel companheiro, obedecendo nossa ordem sem discussão alguma, apenas obedecendo à robô mental. Esse Guardião de tão fiel passa por burro, literalmente falando, condicione-o a crer na mais espúria mentira e ele a terá como a mais pura verdade. Também conhecido por lavagem cerebral. Peguemos um simples exemplo do nosso cotidiano atual: Se alguém perguntar em quem alguém vai votar, com certeza a maioria vai fazer um discurso em defesa de algum político ladrão, corrupto, idiota, é isso mesmo, temos vários que já foram depostos de seus cargos por corrupção e ali se encontram como se nada tivesse acontecido, tem uns que estão presos e ao mesmo tempo são candidatos, e se porventura você declinar ser apolítico, vai receber um belo sermão ao ser julgado como impatriota e assim por diante, mesmo que não tenha em quem votar, já que você não tem a capacidade de julgar quem seja o bom político, filho ou neto de outro político que há décadas continuam a perpetuar a mesma geração. O Guardião da maioria recebe uma ordem nefasta para que não enxergue, literalmente, e simplesmente obedeça cegamente o sistema. Na realidade é mesmo a maneira mais inteligente para que se viva melhor, porém, nada impede de que se enxergue realmente o fundamento da hipocrisia humana. Peça ao seu Guardião que lhe indique o melhor caminho a seguir. Porém, isso somente acontece quando a gente se entrega à meditação profunda e constante até que se reconheça seus benéficos e maléficos efeitos, quais sejam bons ou desastrosos e que podem afetar a vida pessoal, familiar e social. E você, já encontrou o seu ilibado candidato? Eu? Bem, prefiro ser hipócrita como o próprio sistema, estou proibido pela ética eleitoral em declinar o meu voto secreto, talvez eu pague a multa. Ah… Estava esquecendo, talvez pelo adiantado do tempo, não preciso votar, estou na democracia e tenho 73 anos de idade. “A democracia não obriga ninguém a votar”. Seja feliz meu irmão e, vou além; se encontrar o seu nobre e probo candidato, então posso até fazer um sacrifício, diga-me o seu nome e o seu ofício, que quero nele votar também. Só não me venha com chorumelas! 
 
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A força que move o poeta

Ei... Poeta, não tem desconfiado de que o divino está ao seu lado, e indo mais fundo, ele se encontra à nano divino no universo do seu mais profundo âmago, à mago a lhe ditar o destino. Você é poeta-profeta, já que canta o amor, decantando-o ao coração doentio e apaixonado. Seu evangelho é perfeito, pois, é refeito do amor-perfeito, por isso ao poetar, poetize direito, para obter com ciência o direito autoral-divinal de sua consciência.

Que tal?
 
Forças divinas e impelentes fazem o poeta escrever constantemente alegre e contente como a fala do mais erudito magistrado ao deixar registrado seus pleonasmos forenses, porém, somente se ajuizado condignamente.
  
Amigo poeta e poetisa, vocês foram contaminados pelo dom mais sagrado a escreverem um bocado. À sacerdote repleto de dote, e à sacerdotisa que avisa ao irmão arrasado o qual já perdeu a divisa. Para não se sentir fracassado é somente olhar ao Pai da semente, Jesus, que ante a sua sorte à morte de cruz, pediu ao Clemente a lhe passar o momento cruel de acérrimo fel para lhe dar a flor já com o valor do mais puro mel e a fazer jus ao seu amor advindo do céu. Cujo Senhor levou sua dor ao suador de sangue e já exangue lhe mostrou o quanto lhe amou. Deus, à otário; ao famoso calvário por você se arrojou. Poeta, você fala do amor, e só por isso muitas almas salvou. Porém, nem dá conta da boa semente a qual semeou.

Está enganado ao pensar no pastor, no padre alado, ou no confrade do avô de algum frade. Poucos destes são escolhidos a poeta-profeta a professarem a linha reta que leva ao amor. Muitos estão dizendo adeus ao Amor-Deus que a nós já há muito nos deu e provou que, a ação não é tese a forjar o doutor que se preze. “A prática vale mais do que a gramática”. Então ao seu divino dom não despreze, meu poeta-irmão. Cumpra a sua missão com emoção e fervor de um alegre trovador. Se apenas um ser ler e sentir o seu amor, já resgatou com louvor o direito de amar outra vez com plena emoção.
Somente o amor é maior do que a sua missão; pode crer, poeta-escrivão.
 
 
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Perguntaram ao poeta


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Perguntaram ao poeta
 
- Por que você se doa tanto à escrita?
Eminentemente   ele   respondeu:
- Desde  há  muito  tempo notei
 que  existia  em  mim  o  livre-
arbítrio  à  prática do  bem 
e do mal,  a  escolha era 
só  minha. Então fui à 
cata  do  meu  dom 
ideal, àquele  que 
Deus me deu por 
missão, a mim me 
dizendo  com voz me-
iga, suave e  paradoxalmen-
te  retumbante:  - Vai  meu  filho, 
avante a escrever sentimentos sinceros, 
daqueles  que  possam  expor  suas entranhas, 
lugar  sagrado  do  meu hábitat triunfante. Ficando 
plenamente   emocionado,   passou  a  poetizar  seus  
versos em  belas  prosas,  dores  e  alegrias. Porém, 
fazia  com  gratidão  e  prazer.  Andarilhando;  até  que 
um  dia  o  poeta  ouviu novamente a voz pacificadora 
a dizer-lhe: - Vem meu filho,  estou  necessitando de
mais  um  poeta  aqui  na   corte  celestial.  E  para
lá  partiu  num  belo “coche“,  o  velho  Carlos.
 
Parabéns poeta!
 
  
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Sabedoria


Sabedoria
 
Você quer sabedoria... Ouça a voz da razão!
Tem de passar pela dor;  à  luz do turbilhão.
Peça aos céus  toda a  força da comunhão,
para  enfrentar  com  amor  até à maldição.
Ao  pretenso  iluminado às vezes joeirado,
mesmo  humilhado  passa  despreocupado
sem  olhar ao lado.  Tampouco,  dominado
pela  pecha da paixão. Achando engraçado
aquela vil situação sem  deixar-se enganado.
Feliz, vai à riqueza a qual é a paz do coração!
Seja humilde cidadão  dos céus, cuja habitação
situa-se no  mais profundo íntimo do seu coração.
A  você tanto faz, como  tanto fez, estar no estábulo
como  na casa do rei, esta ou  àquela vez. Seu mundo
é o universo diverso, divertido  pra dedéu, como se fora
dentro ou fora do céu, assunto que não cabe neste retábulo.
Tudo o que  deseja  está dentro da sua interna  e vaidosa ilusão.
Já viu o pobre morrer empanturrado, e o rico morrer de fome!
Dependendo da situação. Uma mesa farta, diante do rico
doente, somente  para  deixá-lo  tristemente  fóbico
em autocomiseração... Pobre-rico, rico-pobre
favela dentro  da  mansão singela, cego  
à revelia da autoconscientização.
 
Tanto faz, como tanto fez...
 
A felicidade é intrinseca!
 
  
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Cinco sentidos mais um

 
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Cinco sentidos mais um
 
Ao tatear teclas poéticas ouço um sonoro som eclético de magia quente de uma flauta. Assim continuo pintando as palavras ao sabor degustativo e nirvânico das mensagens missioneiras; bastante comoventes... Dizendo-me: Jamais desanime, siga sempre em frente, pois, você tem de atravessar a eternidade... 
 
Eis o meu jeito de orar...
 
 
  
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Amor - vínculo da perfeição


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Amor - vínculo da perfeição
 
Explicar o amor é simplesmente explicar Deus. Portanto, algo inefável à pobreza de nossas almas.
“Deus é amor”.
A Arte é a mais evolutiva maneira de expressar o maior de todos os sentimentos humanos o: Amor.
O som etéreo e mavioso da música diz sem explicar, que o amor é o eterno marulhar no mar de águas dulcíssimas a se navegar.
A poesia faz parte deste sentimento a dar ênfase à dor em feitio de amor e lamento.
A escrita ultrapassa o limite do tempo ao referir-se a esse dom celestino, no mais nobre coração de menino a poetar com falso exemplo, porque nada tem a se explicar na ciência de se amar.
Imagens reluzentes a lhe fazer apologia, pelas mãos de grandes mestres das artes, cinzeladas pela anistia da divina anestesia. Ao exemplo de Miguel Ângelo em tamanha cortesia, quando esculpiu Moisés, tal a perfeição de sua obra, exclamou com ênfase: “Parla”, como que, esperando tirar da pedra um pouco de amor daquele elemento amorfo e mouco.
Do pincel ao cinzel às micagens do santo menestrel, querendo alegrar o lugar com o amor disfarçado de doce mel.
Somente o mais profundo sentimento explica o amor.
Através da meditação profunda pode-se senti-lo, e num simples clique mental entrar em estado de graça, pela liberação de hormônios cujos efeitos naturais só podem advir do amor divino.
A.      Amor incondicional
Amor sublime, que eleva a alma aos píncaros da felicidade plena, pouquíssimos conhecem-no. Realmente é o protagonista desta vida a salvar seus habitantes.
B.      Amor paixão
Conhecido por amor carnal, o qual sendo bem direcionado faz enorme bem ao corpo psicomental.
Essa força psicossomática-moral com certeza é de ordem extrassensorial.
Amor - Doá-lo com paixão ou sublimá-lo na emoção da compaixão oriunda do mais profundo coração, é melhor que recebê-lo, no entanto, ninguém pode prescindir de amar e de ser amado ao desvelo de vê-lo a escanteio colocado sem a menor compreensão.
Amor, esperança que se expande, mesmo que o universo adverso pare, não repare, apenas ame. Viva sem medo, eis o maior segredo de quem ama. O amor sempre livra do degredo e jamais reclama. Ele está no belo olhar do ser sem segredo a segregar o medo de navegar, porém, “navegar é preciso”, é ir além do além de quem deva deixar o aquém. Navegar no mar da vida é amar a pessoa querida, até nos momentos doidos e doídos de pseudoprejuízo duma nefasta partida.
O amor é alfa e ômega: princípio e fim. Assim foi e, é decantado pelos querubins e serafins do paradisíaco céu de marfim.
Seria muito simples dizer que uma mãe ama seu filho. Isto é absurdamente óbvio, porém, depende da mãe. Há mãe que simplesmente mata o próprio filho e, pode até argumentar que o fez por amor. O mesmo serve para os crimes passionais. O amor verdadeiro, somente constrói, e jamais destrói. Os hipócritas dizem que amam, por isso mesmo são hipócritas, são os doutos ignorantes, que amam o mal para seguir adiante, rumo à desgraça pela qual se diz triunfante.
Nesta terra existe amor de fazer guerra, o qual a vida emperra. Vê-se multimilionários guardando um monte de dinheiro, enquanto, seu próprio companheiro vive sem dinheiro.
Onde estará esse amor estrangeiro?
Estaria por acaso no Senado brasileiro, ou na Câmara dos deputados a sete chaves, guardado, já que é de lá que vem o governo do estado brasileiro e, os arroubos dos “roubos” acoitados do coitado povo assolado, porém, hospitaleiro.
Enganosa felicidade desses monstros engravatados em suas bravatas. Suas gravatas são mais frágeis que gravetos queimados.
Salve amorável povo brasileiro, pois, você é feliz pela inocência da pureza. É só realeza diante de sensacional natureza.
 
 
  
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Gratidão cósmica

 
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Gratidão cósmica 
 
Eu, um João Ninguém a ser pretendente a viver pelo espírito de luz na senda pela qual “Ele” me  conduz. Que nada me prenda à teia da mesquinhez, vejo a minha pequenez e também a minha altivez. Sou partícula, sou universo! Sou porciúncula, sou diverso. Estou certo! O religioso afirma, o cientista confirma! Estou longe e perto. Às vezes dormindo, às vezes desperto. Homogêneo e disperso. Ingênuo e esperto. Porém, grato pela senda, e que ela me prenda no bom  amor desta prenda da vida e que ela me atenda! Disseram-me: Você é deus! Não cri. Fiquei meio ateu. herético me senti. Será o impossível? 
- Quem sou eu? 
Foi Jesus quem me disse, Maomé e Gautama ratificaram a minha crendice e; para Ele, tudo é possível! Sou tudo e sou nada e, por isso sou deus! Pois, devo ser importante. Nada é igual a nada. Nem atrás nem adiante. Nem nossas digitais. Assim foi com Jesus no lenho da cruz, sofrimento cruciante. Um Deus à pobre mortal, Porém, ensinou a ser deus. A mudança é constante e radical. No eterno e no instante, ratifico: sou insignificante, portanto, tudo normal. Porém, Ele me disse: Você é um deus. Sou você, e sou eu, somos todos iguais, diferentes, eternos e mortais. Agradeço a Deus e a meus pais. Às vezes sou pobre demais, ou rico importante. Vislumbro lá a diante, a morte com seus braços abertos a querer dar-me a vida, mais uma vez estou certo, sou tudo, sou nada, porém, já entendi, um dia “Ele” me disse: Você é um deus. Grato a você por em mim existir. Demorei, mas entendi. Apesar de um deus, não sei exprimir. Chego às lágrimas de tamanha alegria, mas sei que um dia descobri que estou em você, e você está em mim. É o fraterno amor. Seja como for. Somos  eternos amigos!
Um grande abraço de você mesmo, que sou eu. Somos  ambíguo. 
 
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São Camões

 
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São Camões
 
O patriotismo lusitano de Camões excedeu o de qualquer profeta. Sem discriminar filosóficas religiões deu força ao cristianismo redobrado. Arguiu sobremaneira à mitologia à maneira espontânea e direta, reformulando de maneira indiscreta o renascimento da atual lusofonia. Que por mares nunca dantes navegados o qual por sobre as águas agitadas andou tal qual o Mestre  dos profetas um dia. Apesar de navegar além de Taprobana mostrou-nos do seu legado o que sobrou, expondo o que realmente é o trapo humano, com apenas uma aquilina visão enxergou que mestre não  precisa de mestrado. Provocante irônico, ironizou: O Grande Alexandre e Trajano como trágicos e meros humanos os quais foram destronados pelos anos. Assim como tudo na vida se finda esses heróis a Musa os findou. E ainda confirmou: A lusofonia é linda. É o legado a nós legado qual a nós nos sobejou. Rogou aos deuses do passado e de seus dias que espalhassem o rufar de suas poesias e que nos quadrantes dos universos retumbassem seus ideais de gente lusitana a qual quinhentos anos atrás já dizia aquilo que nenhum poeta criaria, mesmo lhe faltando a força humana a sua poesia chegaria aos lugares certos. E os demais poetas o  aplaudiriam da mais espessa floresta ao mais ressequido deserto. “Lusofonar” sobre Os Lusíadas é conjugar o verbo errado, seria mera chuva no molhado. São Camões já foi louvado e aqui se registra mera intenção de mais um trovador já trovejado,  porém,  dentro da melhor das  intenções  feita com humilde coração abrasado, por Homero ilhado  em Ilíada  com seus olhos esbugalhados, embora, faltasse a Camões esse tratado ao suposto defeito bem guardado, dentro do peito suportado, porém, ninguém pode ser perfeito com o santo olhar do poeta há muito tempo consagrado.
 
Meio desajeitado; peço perdão pela ousadia ao decantar, redundando ao poeta decantado por esse momento eterno ou ao menos por um dia de alegria registrado.
 
  
  
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Eclosão da paz

 
Eclosão da Paz
 
A maior riqueza do ser humano é a Paz!
Então, por  que o  homem  faz  a guerra?
Onde  vai  parar  a  hipocrisia  humana?
A nossa maior  dádiva,  a divina, está 
no  nosso  interior,  e ela é  tão in-
trincada  que,  jamais  homem 
algum  conseguiu  decifrá-la.
A tão estudiosa e decantada 
ciência humana, jamais pôde 
fazer  qualquer demonstração 
precisa sobre o nosso universo 
interior. Muito  menos as ciências 
religiosas,  ou  artes  religiosas, nin-
guém,  realmente explicou-a  com con-
vicção. O caldeirão está posto à mesa: Me-
dicina, Psicologia, Parapsicologia, Psicoterapia, 
Filosofia e toda a mescla religiosa...  No entanto, não 
podemos ignorar os milagres, ou os  fenômenos da vida hu-
mana. A força desmesurada da fé, embora, também não haja uma
 explicação empírica para essa força, está à vista, caso se queira enxergá-la.
Explicações subjetivas existem aos montes. Estão pela face da Terra; por milhares 
de anos, os livros: “Sagrados” os quais explicam, e explicam, narrando às nojentas histó-
rias eclesiais de matanças infindáveis, igualmente às mídias da atualidade e as intermináveis:
“Guerras Santas”. 
 
  
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A vidraça

 


A Vidraça
 
sa-
ber 
é luz 
que não 
se  traça. É 
o tesouro virtual 
quanto  à  própria  alma. 
É um bem, quando bem utiliza-
do para  trazer paz e calma a você e a 
quem mora ao lado, por pouco  que  se  faça. 
Porém, vem o triste recado: Ele está  sempre guar-
dado deixando a mente estouvada e à mercê. Às  vezes 
plenamente  cega como se pode  ver um  bem  embolorado. 
Jamais esquecido apesar de  mofado,  não servindo a  nada, 
nem à ignorância que se carrega. É  o desperdício de inerte 
vício. É  mais que  pecado.  Se você é dono  de  mesa farta 
com muitas iguarias, e com boa saúde para saboreá-las, 
muito bem, está fazendo  bom uso de um tesouro. Po-
rém, se não reúne essas qualidades, sinto  muito em 
lhe dizer coisas nobres, pois,  assim o faço com hu-
mildade:  “Você,  é mais um pobre“ a bem da verda-
de. A menos que possua aquele tesouro de mais idade 
chamado: Amor. Aí você  é rico sobremaneira encerrando 
qualquer discussão de qualquer asneira e sem a menor qualida-
de. Sabedoria guardada em prateleira merece  um instante de aten-
ção, quando se tem uma estante ao alcance da mão. Mais um tesouro 
guardado fora, para não dizer: jogado agora num lamacento chão. É po-
breza de doer o  coração.  Continua pobre, meu irmão!  Veja este  tesouro 
da vidraça, que a  traça jamais traça, eis a lição:  Atrás da vidraça onde so-
mente a visão traspassa  qualquer  emoção, está a criança  cheia  de graça 
olhando aos pássaros  na ensolarada  praça.  São  os  donos da  natureza 
em sua esplêndida beleza.  Agora, e  você para,  para  contemplar o que  
vê, ou  o vê na tevê? Você precisa  entender  onde  se  acha a graça de 
se viver! Ela não está na parede, na  copa, tampouco, na  rede, está 
em você. Então é biliardário e generoso ao gastar o seu  tesouro 
com o otário que não quer aprender. Fazer o que, povo é povo, 
você é você; o rico que não se vê.  Parabéns, você  é o mais 
forte candidato à felicidade.
 
  
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Rojão de estimação


 
Rojão de estimação
 
O fiel cão:
Rojão  não
tinha medo
do  trovejar.
Ao passares  por  aquela  encruzilhada poeirenta,
ou lamacenta, notarás uma caprichada cruz benta,
que o tempo já a entortou, pela natural tormenta
a qual tanto
a  atormentou.
Bem feita em ma-
deira de lei. Igual
ao coração de
quem a fez,
com  tanta
delicadeza,
apesar   de
de tamanha
tristeza, à  lei
se  condenou.
Foi  de  morte 
sangrenta, que 
o cão de  Juarez,
teve por sorte cin-
zenta a sua própria 
estupidez.  Ao  atirar
numa caça;  no  Rojão 
acertou.  Foi   acidental-
mente,  desculpa  da mor-
te daquele  que sente a  dor  
amiga e inocente  do  qual  a  
vida  tirou.  Quanta  dor  que
existe num coração  triste, 
que  ama  ardentemente
um  grande amigo. Há 
quem chame um ho-
mem  mau de cão, 
e isso é um insul-
to, isso sim é ani-
mal de infiel ingratidão. 
Ainda bem que o bicho não 
entende a nossa língua, e  com
sua santa língua vem lamber essa 
pútrida íngua, que muitas vezes um 
osso a ele negou. Descanse em paz, 
amigo Rojão, pois, na  sua coerên-
cia é racional e amigo-coração.


 
  
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Ao pé da cruz


Ao pé da cruz
 
Santa Sé.
Maculada 
a nobre fé. 
Aos pés da Cruz juraste-me amar 
em nome do mais Santo dos santos. 
e destruíste o nosso amorável lar.
E o pranto? 
E  por  que 
o    tanto? 
Eis   meu 
espanto: 
Num dia 
a arrelia 
destruiu 
a minha 
fantasia. 
É a  hora 
do sublime 
incondicional 
a  perdoar o mal. 
Muito embora, agora 
vás embora a outro lugar. 
Sejas  feliz,  meu amor ao divagares 
por aonde passares.  É assim que se deve amar!
 
 
  
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Era uma vez

 
 
Era uma vez
 
Escrevendo com os olhos fechados, recordei-me do templo passado do velho rei Salomão, e não deixei o contratempo pegar a minha mão. Já cansado e com os olhos avermelhados procurei a comunhão de um Deus alado, conforme ia sendo criado pela minha imaginação. Um dia desses assistindo televisão vi passar uma moderna construção, remetendo-me à lembrança de capelas vaticânicas, e sem olhar ao lado, fiquei encantado, apesar de não ser muito chegado à religião. Assunto bastante esgotado, mas o meu ecumenismo fala mais alto desde menino, embasando o meu velho coração por destino. Fiquei assombrado com tamanho amontoado de dinheiro tão desgastado, já que Deus habita o nosso coração onde não cabe uma pequena porção desse dinheiro. Lembrei-me da famélica opressão humana, dos corredores hospitalares, do ensino mal acabado, da falta de segurança de uma grande nação, do Mensalão, do Lava a Jato, e recordei-me de muito mais fatos, porém, o espaço não é o traço quando num texto lhe falta o espaço.  Companheiro, esta vida é movida pelo dinheiro, e por aí vem essa multidão a qual sempre notamos pela derradeira confusão inculcada em cada mente-coração. A grande maravilha está numa singela ilha de fantasia, aqui configurada nessa maravilha de espaço profuso, cominando com o nosso necessário uso. Mente universal, ilha de enorme bacanal, apenas uma ilha, uma mente, uma esbórnia, uma senil semente, um ser humano simplesmente. O resto é mera balela de ilusão... Não se faz necessário grandiosas amostragens a quem vive de coragem enfrentando desempregos e vadiagens, já que esta vida é uma estada permitida para as aprendizagens, até que chegue à hora definitiva da partida... Então os grandes castelos nos acompanharão em mais um sonho de ilusão. Parece ser a maior realidade, o resumo da vaidade, o sonho da vida, quiçá, bem merecida pela sua triagem. Já que tudo se finda, desmoronando qualquer ilusão advinda da nossa pobre criação. Vou escrevendo a minha particular ilusão, pois, sou um pobre sonhador como todos os meus irmãos. Num resfolegar profundo vi o fim do mundo decadente aproximando de muita gente. O mundo vai se acabando à maneira espartana, um tsunami daqui, um Vesúvio dali, um corpo estirado ao chão, assim enormes multidões vão atropelando a vida inserida na morte, que é a verdadeira sorte da humanidade querida, e não ficará pedra sobre pedra que não seja derribada. Assim forma-se a vida, incrustada entre várias encruzilhadas no caminho desta estrada até que tudo vire morte, e morra com todas as nossas sortes e ilusões, até com todos os templos dos jovens e velhos Salomões dissolvam-se em pó espalhando-se pelo chão dessa mó. Somente a sorte de amar o consorte pode dizer que o amor de mãe é incondicional. Procure entender nas entrelinhas para não entediar a sua linha de compreensão. A prática do bem maior é o condutor-mor para sua consideração, livre-se do mal sem muita comiseração, pois, você é mais um entre multi, multi, multidão.
 
Ah... Eu também, antes que você faça essa consideração, eu sou você meu irmão! Somos a multiplicação da multidão, por isso fica intrincada essa configuração.
 
Beijos no seu coração.
 
Jbcampos.
 
 
  
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Jocoso

Jocoso

Quebrando o paradigma de ensino jocoso
Amigo  e amiga quando  se  quebra o  sagrado,
quando  se  viola  o tabu,  sempre  há  quem  diga
um   corretivo para  quebrar a mesma  viola  tocada
pelos  antigos  é  a esmola  que  se  queda  ambígua.
Pense   um   pouco   comigo,   não   sendo  amoral
que  se  dane  o   dono   desse  velho  quintal.
Vamos   prantar   nele   o   amor   vital
sem  nos   atermos   ao   jornal.
Ouça   o    falar    desse
doutor   ao   lado,
subindo  para
cima  de  lado.
Isso não  é na-
da   engraçado!
será   que   não
aprendeu    um
pouco da  lin-
gua pra falar
tão errado.
mas  pra
corrigir
é bom
esse
mal-
va
do.
Eis,
nos
so
ensino
esgarçado,
e o asqueroso
ainda  se achando
gostoso, bate no peito.
Ao menos batesse  direito.
Jogar    bem   ou   julgar   mal
eis a questão  de  falar  ao  léu,
escrever a  esmo  no lastro céu.
Então rasgue-se o véu da boca.
Escreva com rima rouca,
ou enlouqueça com
fala mouca.
Escrever assim pode ser sacrilégio
no colégio de  craques  da  língua.
Quiçá,  crackeadas  com  cracks
à  égide  de  suas  ínguas.
Mestre  ou  bedel,  fale  bem   ao  natural
da língua  ideal, seja menestrel a rir sem decair
no ridículo de se magoar, jogue esse  sentimento
no primeiro penico sem esse sentimento contrair.
Porém, treine a sua mente
para  falar  corretamente.
Quem  fala  a  verdade
não mente. Apesar
de redundar
profundamente.
Sem  ser pedante passe  adiante,
pois, a sociedade não  perdoa
a sua gafe  na linda língua
e   sua   vida   mingua
à toa.
Note
bem!
Ao falar
eruditamente
há sempre alguém
a  criticá-lo    também,
porém,  se falar errado
pode olhar ao seu lado
que  há   outro  além
a tirar-lhe  sarro
aquém.
É difícil agradar a gregos e troianos
que  na  maioria  não concatena
o   seu   plano    ambicioso.
Vê  se   você  antena
nesse  ideal
jocoso.
Porém, o mais decoroso
é que você continue amoroso. E você
 escrevente,  sabe   falar   corretamente?
Mal falo correntemente,  minha gente.
Porém,  aqui  é  o  acidente  do
egocentrismo,     quando
o acadêmico
tem
seu
falar
endêmico
e   certamente
com   nós   pelas  costas
trata  os   demais  com  desprezo
idiota,  ninguém  sabe  muito  de   nada
somente  para  o  gasto como confessa este
escrevente, que sempre o faz  na  pura  raça;
porém, humildemente está pronto para
se redimir de seus cacófatos erros
de simples  pretendente. a 
escrevente
discente.


Observação:
O escrevente
adora   o  bom
professor    pre-
sente, crendo  no
bom ensino desde
menino.  Portanto o
empertigado  danado
que é  o culpado  deste
arrazoado,  pois, não  de-
veria humilhar para também
não ser  humilhado,  pois,  to-
somos surpreendentemente  de-
pendentes do eterno aprendizado!
Mesmo que você não  goste ou não
queira, o resto é a mais pura besteira.
 
 
  
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CPP