Posts de antonio domingos ferreira filho (169)

Cantar

 

 

 https://youtu.be/14Zm12D6aHM

 

As chaves de minha porta

Escondi no cofre

Fechei o cofre

Joguei a chave do cofre

No vaso do banheiro

Dei descarga

 

Meio arrependido

Aturdido e surrupiado

 

Corri à janela

As grades de ferro colocadas 

Com garras de aço

Para os ladrões

Não me deixou sair

Para fora, sair e fugir

 

Eu ladrão de mim mesmo

 

Tranquei-me no quarto

Como todos os cabelos brancos

A pele levemente enrugada

Do rosto e braços

 

Morri meio morto 

Sou um novo parto

Sem pacto

 

Cantei até ficar rouco

Para não ficar louco

Fiz uma selfie da desgraça

Postei nas redes sociais

Viralizou

O Vírus viralozou

E todo o mundo cantou

 

fim

Antonio Domingos

21\03\2020

 

 

 

 

 

Saiba mais…

SILENT CONFESSIONS (POEM)  

 

 

 

SILENT CONFESSIONS (POEM)
 
I would fly over the sea, on the wings of an angel,
I am a sinner fisherman
In fact, it was a dream and still sleeping when walking
Listening to the whispers of the siren song
 
Each of my secrets, mysteries, they are rare gravitational waves  
Arriving at the pier, on a small boat, travelling forever
Whirlwind of fears, unbelievable comprehensions, sins of my life,
Only reflections
  
Sure, strange depression, isolation, what are the essences
Oceans, abundant waters, source of rivers, its narrow veins
…flooded hearts … suffered hearts…
  
None of my churches, the nudes, can be purged, by any way 
Dropping my feelings to the sea foams,
My ghosts
Eruptions, unconscious tsunamis, heads cut
Indeed, the confessions can be confessed,
Consequences of my agonies
 
Hoping to, of my growth, for pure love, at all side of me, 
Into my darkness, into my lightness
 
By searching the source of destiny, in solid ground
To find the seed of Peace
Once that, a prayer to my unknown God
And of course, back to the pier,
Boarding in the waves of silent confessions
 
End 
Antonio Domingos
 
 
TRADUÇÃO
 
CONFISSÕES SILENCIOSAS (POEMA)
 
Eu voaria sobre o mar, nas asas de um anjo
Eu sou um pescador pecador
Na verdade, era um sonho e ainda dormindo quando caminhava
Ouvindo os sussurros da canção da sereia
 
Cada um dos meus segredos, mistérios, eles são ondas gravitacionais raras
Chegando no cais, em um pequeno barco, viajando para sempre
Redemoinho de medos, compreensões inacreditáveis, pecados da minha vida,
Apenas reflexões
  
Claro, estranha depressão, isolamento, quais são as essências
Oceanos, águas abundantes, fonte de rios, suas veias estreitas
… Corações inundados… sofreram corações…
  
Nenhuma das minhas igrejas, os nus, podem ser removidos, de qualquer forma
Soltando meus sentimentos para as espumas do mar,
Meus fantasmas
Erupções, tsunamis inconscientes, cabeças cortadas
De fato, as confissões podem ser confessadas,
Consequências das minhas agonias

 
Esperando, do meu crescimento, por amor puro, ao meu lado,
Na minha escuridão, na minha leveza
 
Ao pesquisar a fonte do destino, em terra firme
Para encontrar a semente da paz
Uma vez que, uma oração ao meu Deus desconhecido
E claro, de volta ao cais,
Embarque nas ondas de confissões silenciosas
 
Fim CONFISSÕES SILENCIOSAS (POEMA)
 

Saiba mais…

EU EUFEMISMO

 

 

 

EU EUFEMISMO

 

Saboreava meus memes eufemismos

Por estreitos transpor bem cadenciado

Sorvia meu cotidiano de sofismos

Para que me julgassem um eldorado

 

 

Reduz luz amarela a minha querela

Arguto o cobertor de mutações

E no escuro brilhante a luz de vela

Perfuma sereno almíscar  as tensões

 

Triste felicidade meu contento

Argumento sombrio pura mentira

Revelo a minha angústia ao relento

 

Para que querer  saber do meu sofrer

Alguém quer me colhêr   do  que ouvira

Ame  o meu surpreender envelhecer

 

 

FIM

Antonio domingos

Saiba mais…

Nada "Homenagem a Poetisa Marsoalex"

 

 

"Homenagem a Poetisa Marsoalex"

Nada

Nada a textualizar
Vazio do meio
Nada a burilar
Virtude no meio
Nada a falar
Sequer escrever
Com caneta tinteiro
Alma no bueiro
Discernimento no cativeiro
Vida de tristeza

Nada a demandar
Mundo no meio
Nada a declarar
Atitude no meio
Nada a olvidar
Sequer andar
Sequer no teclado
Coração ressecado
Lágrimas de sanção
Arrepios de emoção

Tristeza é a canção

Fim
Antonio Domingos

Saiba mais…

Marsoalex

Constrangido e triste com esta notícia do falecimento de Marsoalex, estou sem palavras..

Na distância virtual ela sempre esteve junto a mim, no meu coração, como uma Mãe e Minha Madrinha.

Todos os colegas desta casa sentirão a falta de tão nobre pessoa e ser humano.

Minhas condolências a todos desta casa de amor e poesia e aos seus familiares, amigos e conhecidos desta admirável mulher.

Sinceramente,

Antonio Domingos Ferreira Filho.

 

Saiba mais…

Contraditório

 

 

 

 

Contraditório

 

Toda unanimidade  afirmaram ser burra

O burro que espantado diz,  não entender

A tal qual sociedade contra, encarna turra

Gente quer ser humano,  sem ter o escolher

 

Todo contraditório é tese inteligente

A mula com encanto diz nada questionar

A tal pluralidade enobrece a semente

Gente quer ser capaz bem o mal abonar  

 

O sonho da justiça clamor da esperança

Jaz a unanimidade no epitáfio feio

Morre o contraditório, falta temperança

 

Saudemos com louvor toda sabedoria

A emanar sãs virtudes, permeio do meio

O bom senso imortal, sem senão nasceria 

 

 

FIM

Antonio Domingos

Saiba mais…

Solidão

 

Solidão

 

Ponto fixo

Assunta prolixo

Assusta a mansidão

Junto ao lixo

Não reciclável

Nada amável

Que solidão!!!

 

Vento voe com o ponto fixo

Daqui, de lá, dali, de acolá...

 

Pincel de cerdas flexíveis cubra

As parades de vivas cores

Estampe colorido de odores

O tosco reboco pobre encubra

 

Tela estampada de céu

Tal qual uma renovação

Colcha de retalhos um véu

Amparas em flores canção

Inove a receita querida

Com nova coberta tecida

 

Desponta um monte de pontos flexíveis

Ora reverta as atitudes

Abraçe o dia, a tarde, a noite

Deixe vingar a virtude fortaleza

 

A solidão tem um vão, descubra

A vida não espera, quer viver

 

Fim

Antonio Domingos

07\03\2020

Saiba mais…

Flor sem Nome

 

Flor sem Nome

 

Flor estelar fosco brilho

Rasteirinha quietinha finge-se fingir

Que ali ela não existe para visitas

Nem para os insetos e larvas lascivas

Cactus úmidos ressecados indiferentes

 

De estranheza rústica promessa de Griffe

Do cerrado isolado por tudo a dizer

No silêncio dos dias claros de Sol

No rufar das noites escuras de Luar

 

Flor sem nome vermelha

Fora dos compilados catálogos

 

Joaninhas pintadinhas passeiam em tudo

Pelas folhas verdinhas da Flor Vermelha

Á joaninha é permitido certos carinhos

 

Ao vento seco ora úmido voam os pólens

Por aquelas virgens matas facultativas

Naquele mundo deserto cheios de vidas

Que os olhos nús e cegos indeferem

 

fim

Antonio Domingos

06/03/2020

 

 

 

Saiba mais…

Dia Universal da Mulher

 

 

Dia Universal da Mulher

 

E... Que... Quando os Olhos da mulher  estão sorrindo 

 

 

E As rosas vermelhas nascidas em teus divinos seios     

Que São tuas digitais, as lanternas que amamentam   

E Os holofotes olhos todas cores sorrindo enleios   

Que Hipnotizam afundo olhar nos olhares imantam  

 

 

E A mulher bela que a si não se retrata em retrato

Que Muito menos está enquadrada em comum quadro

E És mulher de verdade sim refração da luz do olfato

Que Permeia a tela a velocidade redução do esquadro

 

E Saudemos na pintura a eloquência mestre do artista

Que Em dons redesenha com tintas a mulher brasileira

E Cujas retinas sorrindo no tecido de algodão o prosista

Que Sonha vê-la fugir dali um holograma da singeleza

 

E O escritor desdenha o pintor em sentimentos escárnios

Que Ali resplandece uma mulher de verdade uma algama

E Em odores de suores do corpo sussurram os hormônios

Que " A mulher do mundo" aspira e sente as mãos sua apalma

 

E Com paixão incontinente o leitor subestima o escritor

Que Suga a imagem da pintura a sua ventura brasileira

E Sortilégios feitiços de mago fez dela seu prazo de Amor

Que No matrimonio a casa lar com a sutileza realeza

 

E O crítico literário impaciente indolente defenestra o leitor            

Que A herança cultural  lhe dá preferência à mulher guerreira

E Sem xenofobia que o labor do ofício lhe faz um candor

Que De amor indolor proclama a frenesi mulher brasileira

 

 

FIM

Antonio Domingos 

03/02/2020

Saiba mais…

Vida Incondicional

 

Vida Incondicional

 

Vagalume esvaíra-se à densa floresta

O anoitecer chorara de estrelas cadentes

A lua do luar, sonhos roucos sem fresta

O brilho caducara dos brados fulgentes

 

Sobrara a luz solar, vácuo a se socorrer

Sol, raios de energia, intensidade sombria

A quê, por claridade, a queimada acender

Resplandecer dos fungos a muda que urgia  

 

Brotara no recriar, pura iluminação 

Contraponto obscuro da mera hospedeira

Cantara prodigiosa, amem sublimação

 

Reinventara ondas, que gravitacional

Revelara nos feixes, magia hoteleira

Claro abrigo conduz a vida incondicional

 

FIM

Antonio DomingosREVAD

2019

Saiba mais…

Pior

 

 

  

Pior

Existem tantas coisas piores
Bem sei
O meu pior é meu

Ninguém contrai nada do meu pior
Sei o sentir do meu pior
Meu pior é do meu pior
Em cascatas de lágrimas
De dor e cor,
De suor e bolor
De lástimas e estupor

 

fim

Antonio DomingosREV.

2019

 

Saiba mais…

Noz Moscada

 

 

 

 

 

Noz Moscada

 

Noz moscada

Em meu manjar de pão

Em meu andar de coração

 

Odor de canela

-meio amarela

-na tinta do tinteiro

-canela de roceiro

-canela na panela

-canela de meias

-teias na panela

-veias nas meias

 

Cravo escurinho, inteirinho

Cravos de chumbo metálico parecem

Tira-me o cravo deitado na folhagem do chão

Leva à panela

Deixa-me cortejá-la à mão

Com água benta de próprio cravo

Sem tramela

 

Quantos odores

Sem perfumes de flores

Sem o perfume da rosa

Esta sim

Ès tu

Meu Amor

 

FIM

Antonio Domingos

Saiba mais…

Demandas Filosóficas

 

 

Demandas Filosóficas

 

 

" Amor não é buquê de matinho que nasce nas beiras frestas das calçadas”

"O Amor que busco não é aquele que desejo encontrar”.

É aquele que nunca na vida quero me deparar.

O Amor de verdade que seja uma busca de sonhos sem cessar.

Fim do Começo, Começo do Fim, Começo afinal.

 

Fim

Antonio Domingos

Fev 2020

Saiba mais…

FLOR SEM NOME

 

 FLOR SEM NOME 

 

Flor sem nome de Sete pétalas rústicas

Linda cada pétala um dia da semana

Obtusa em verão quente flor de inverno

Rebenta ao jardim exala exótico almíscar

 

Sem registro e digital órfã do matagal

Emoção na mão da natureza qual topázio

Matreiro adotei roubei botão do vespeiro

 

Não precisam rimas, mudas, nosso Amor

Olha! suas ramagens escuras verdejantes

Milhão de perdão casei com eterna visão

Então se feliz assim sem biólogo enfim

 

FIM

Antonio Domingos

Rev....2020

 

Saiba mais…

Meu Pai

 

Meu Pai

 

Meu Pai nunca morre...

 

Nunca abandone seu Pai

Homem rude ou carinhoso

Imprime a digital ou a caneta

 

Se ausente ou presente

Se longe e viciado

É vítima e justo na dor de Juiz

Se perto e laureado

É vítima e susto na flor de lis

 

É fruto dos mantras das consequências inconsequentes

Nas sequências manchas das suas carimbadas imponentes

 

Nunca abandone Seu Pai

Ele se vê no espelho igual a você

Ele quer seu espaço, tempo e reflexo

Se ausente ou presente

 

Em seu lugar quer seu todo viver e é injusto na cor do seu giz

Se esperto ou sucateado ele é íntimo e o custo no odor do seu nariz

É bruto nas inapetentes demências irreverentes

E leve nas potentes clemências  insolentes

 

FIM

Antonio Domingos

Saiba mais…

Caminhão Baú

caminhão bau

 

 

 

No Caminhão Baú

 

Lá vai pela estrada de terra sem fim, pairando no ar a poeira seca e tóxica ; sufocante, e, por trechos enlameados ;carreados ,e, escorregadios ; arredios, ora retas de não se ver o fim, ora por curvas tortas; mortas, e, muitas, sem a visão do final deste túnel.
O caminhão é um Baú, com as portas traseiras trancadas por cadeados surrados; esmurrados, e, enferrujados; engasgados, até que por fim as portas se abrem, e o condutor anônimo nem se dá conta, e objetos caem aos poucos na estrada deixando um rastro do caminho; sem ninho.
Estrada com poucos trechos reparados; costados , e, com pedras nos buracos, e os pneus corroídos, gastos, decepcionados, rodam com dor, e algumas pedras saltam em malabarismos; casuísmos , e, sem rumo e naquele vazio de floresta baixas atingem insetos inocentes; picantes.
Dentro do Baú segue uma mudança de poucos móveis velhos; evangelhos , e, um destino sem destino, em desesperanças ; crianças ,e , almas perambulando nos balanços da carroceria; porcaria, e , na sonolência; indecência , e, mórbida ; sórdida ; e , os sonhos exalam odores de suor e mofo cafofo , e , o caminhão segue sofrido; ardido, e , sem rumo .Um calor escaldante; estonteante; torturante , e, de uma morbidez acintosa a dignidade humana de ser.
Lá vai uns migrantes a procura de uma nova cidade sem lei.
Que cidade?
A primeira que vier, que se pode ver, que tem casas, barracos e ruas e vielas: velas , ao ar, ao vento, como um navegante em alto mar sem bússola.
O caminhão Baú segue nas expectativas esperançosas das desesperanças de milhares de brasileiros invisíveis; fusíveis, e , com o céu de cor de anil neste Brasil, quase, varonil.

FIM

Antonio Domingos

Nota:Não consegui por uma imagem deum caminhão baú, que pena...

 

 

 

 

 

Saiba mais…

Por onde vais.

Por onde vais.  

Por onde vens 

Me diga que eu quero 

Ir e vir também

 

Caminhei indo

Caminhei vindo

A procurar procurei procurando

A alegria, o sorriso e o Amor

A encontrar encontrei encontrando

A tristeza, o pranto e a dor

 

Por onde vais por onde vens

Me diga que eu quero 

Ir e vir também.

 

Nota: Está letra musicada escrevi quando tinha 16 anos..   O tempo passou. Faz 51 anos... É tempo.

Obrigado a todos  

Antonio....

Não estou colocando imagem pois publico do celular..  Enfim, comprei um notebook..e uma impressora.... 

Saiba mais…

Permissiva do Escritor (Artigo)

 

 

 

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                  Permissiva do Escritor

 

Permitam-me escrever diretamente neste precioso espaço sem rascunhos, com alma de escritor, sem rascunhos, nem textos em contextos revisados. Escritor é um ser inusitado e paranoico. Abduzido da realidade, uma versão mal escrita, seus textos em quaisquer formatos soneto, prosa, crônica, conto, livros e diversas manifestações literárias, a suntuosidade do belo romântico até o realismo fantástico , pura ilusão, tudo ficção.

" Todo o texto literário é ficção !!!"

 

O escritor, de qualquer corrente filosófica, escreve ficção !!!.

Se ficção não é realidade, vale a pena usar lápis, papel, imaginação ou mouse, computador, imaginação, em ambas as situações, o outrora, saudosismo, o contemporâneo e futuro há de ter, ver e ser criatividade, esta criatividade que nasce do âmago do escritor e se manifesta nos entrelaços das  palavras.

 

As palavras e seus significados, matéria prima lapidada por escritores, transformadoras, enriquecedoras na vida das pessoas, que vêm na ficção a esperança.

 

"As palavras rearrumadas, inconscientes e invisíveis são matérias primas, as essências do escritor"

 

" O escritor é um homem de esperança"

 

Se se tem fé na ficção, não se trata de ilusão, se trata de uma verdade. A Fé numa cadeira vale a vida.

 

O escritor escreve o verso _O Meio, escreve o anverso_ o Início; escreve mensagem_Final.

 

O escritor é solitário que viaja o mundo, galáxias, vê cometas com rabo de luz, milhares de estrelas nascerem e morrerem, alvorecer no nascer das manhãs, entardecer no por do sol, sem sair por um triz se quer da cadeira em frente da escrivaninha,o brilhar cintilar oleoso do nariz de cravos.

 

O escritor parece um idiota, ledo engano dos ignorantes, que nem entendem o valor de lavar uma louça.

 

O escritor perpetua os costumes e hábitos da vida humana de geração a geração.

 

"É todas profissões,todos conhecimentos do universo sem ter um diploma pendurado na parede de um cômodo "

 

" É autodidata de si mesmo da observação natural daquilo que vê e enxerga, ainda que tenha frequentado escolas,círculos literários  e movimentos de arte e tenha seguido linhas de pensamentos humanísticos e /ou científicos e tenha sido um admirador de um Platão "

 

"É egocêntrico que compartilha tal egoísmo em suas palavras encadeadas, então é altruísta por natureza"

 

A Sub-Cultura cita o escritor um  piegas, ora piegas é um conceito, canja de galinha é pieguice para muitos, para outros é um máximo, é luxo de prato, romantismo exagerado é pieguice para outros, e para uns é saudosismo do bem.

 

O escritor é um corredor atrás do vazio e por nunca alcançar o vazio, leva aos seus leitores a principal razão de viver- A Utopia, que para ser Utopia nunca pode ser alcançado.

 

Regozijo-me com o escritor com a seguinte permissiva.

 

" Escritor, o maior psicólogo do mundo"

 

FIM

antonio domingos

 

 

 

 

                 
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Verdade; Mentira

 

 

 

 

 

Verdade; Mentira

 

A verdade que arde ou a mentira que pira qual das duas existem ou coexistem. Vemos a grosso modo que a verdade é relativa, a mentira absoluta.

O que era verdade no passado pode não ser atualmente e temos a verdade relativa. Se a verdade é universal e atemporal temos a verdade absoluta.

Bem,

Para um fato acontecido nunca haverá uma verdade ou “a verdade”. A verdade toma outras conotações chamada versão.

E a mentira necessária para que não se ofenda outrem.

Omissão de fatos estaria em verdade deformada ou simplesmente mentira. Depende do contexto!

Por mais verídico e correção de dados de um fato ainda haverá falta da informação de elementos. Quem sabe, chamemos, de meias-verdades.

 

“Meio copo de meias verdades

Meio copo de mentiras”

 

Usar conforme decisão pessoal

Liberado pela ANVISA

Cabe muitas outras combinações mas para quê isto aqui....que bobagem

 

“Assim se caminha”

“Minhas verdades são mentiras e minhas mentiras são verdades”

 

Fim

Antonio DomingosREV

Novembro 2019

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CPP