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Coragem de recomeçar (dedicado a minha esposa)

Da primeira vez, não era pra ser.

O tempo me cobrava,

Cuidava de me abraçar,

Chorava de sim e não

E me trazia espelhos,

Do que eu podia ter e não tinha,

Do que precisa ser e não era.

E me mostrava cores, que não entendia.

E me mostrava poderes, que não compreendia.

E sem perceber, me apaixonaram,

Não por ela, mas pela imagem que os outros tinham

Dela para mim.

E me colocaram na vida dela e

Arrumaram a dela em mim.

 

E como tudo que não cola,

Um dia descola,

Porque não era paixão,

Mas carência de sermos nós mesmos.

 

Não era pra ser, não era pra ser, e não foi.

E não fomos, para nós, nem felizes, nem inteiros, nem reais.

Mas formamos para os outros o eterno casal de belos espelhos ideais.

 

E sozinhos de nós mesmos,

Vivemos o tempo

Que amarga o falso,

Que desmascara o previsto,

Que se cobre de vergonha,

De ter que se apresentar.

 

Mas este tempo que vivemos

Também trouxe um outro tempo,

Que abençoa a dor,

Que dá sentido ao valor

Dado a quem deve se merecer,

E a paixão que livre deve plenamente acontecer.

 

E da verdade do coração, veio a segunda vez.

E da segunda vez, já não éramos espelhos para os outros,

Mas espelhos para nós mesmos,

Já não tínhamos planos perfeitos,

Mas fazíamos perfeitos todos os planos imperfeitos,

Já não sonhávamos em nos amar,

porque sabíamos que o amor,

Não se constrói em sonhos,

O amor é que constrói o sonhar,

Que brinca de começar,

Sempre, de todo começo,

Não carente de amar.

Saiba mais…

Roupa presa no varal.

Prendo a roupa no varal,
Com prendedor eu prendo ela.
Roupa presa deste jeito
Só trás dor e desrespeito.

Roupa presa desta forma,
Todo beijo é beijo seco,
Toda fala é um monólogo,
Todo conto é um desconto,
Todo ato é desacato.

Roupa presa deste jeito,
Pouco a pouco o que era belo,
Se recolhe e se entristece.
Pouco a pouco o que era sólido,
Se estremece e desfalece.

Roupa presa desta forma,
Não mantém a nossa chama,
Roupa presa do meu jeito,
Não respeita o jeito dela.

Prendo a roupa no varal,
E com prendoamor eu prendo ela.
Roupa presa desta forma,
Roupa a roupa o vento leva,
E sem roupa iguais amamos,
O amor meu e o amor dela.

Saiba mais…

A Reta, a Seta e a Flecha

 

Galileu Galilei

É RETA!

Teoria da Relatividade

É SETA!

Terraplanismo

É FLECHA!

 

O instante

É RETA!

A eternidade

É SETA!

Depois de amanhã

É FLECHA!

 

O Gênero

É RETA!

A Igualdade

É SETA!

Coisa de mulherzinha

É FLECHA!

 

Nada sei

É RETA!

Só sei que nada sei

É SETA!

Só sei

É FLECHA!

 

Compaixão

É SETA!

Amor

É RETA!

Discórdia

É FLECHA!

 

A flor

É RETA!

A rosa

É SETA!

O espinho

Você que sabe!!

 

Planto sementes

É RETA!

Colho os frutos

É SETA!

Escolho o que colher

É FLECHA!

 

Começo

É RETA!

Meio

É SETA!

Fim

É A SETA DA RETA!

 

Busco a reta

É SETA!

Sigo a seta!

É RETA!

O Que me resta,

É CAMINHAR!

Saiba mais…

( x + y )

Se x é vida

E y gratidão

(x + y) dádiva

 

Se x é o texto

E y cotexto

(x + y) contexto

 

Se x é pressão

E y domínio

(x + y) opressão

 

Se x é lógica

E y observação

(x + y) ciência

 

Se x é Ilusão

E y constatação

(x + y) liberdade

 

Se x é fé

E y anseio

(x + y) religião

 

Se x é medo

E y preconceito

(x + y) abandona isto, por favor.

 

Se x é não sei

E y nada sei

(x + y) sabedoria

 

Se x é um passo

E y esperança

(x + y) é meta

 

Se x é química

E y atração

(x + y) paixão

 

Se x é um cafezinho

E y ânimo

(x + y) tudo de bom!

 

Se x é todo y

E y é todo x

(x + y) não sei.

Saiba mais…

A EQUAÇÃO 1.0

 

Se puder seus olhos deixar

De olhar do ponto do Eu,

Brisa sensata abrirá

Seus olhos do coração.

 

E com os olhos do coração,

Tua mente serena verá,

A igualdade que rege o humano

Espelhada no fulgor da razão.

 

As sentenças que você lerá,

Que prezam igualdade entre

Homem e Mulher,

Que prezam o livre direito,

Do amor ser como for,

Desde que seja livre,

Maduro e sem opressão,

Ainda incompletas estão.

 

E fica o convite então,

A quem quiser e vier,

Ajustar com doce bom senso,

As sentenças desta equação.

 

A equação começa dizendo

Que o símbolo do homem será  

E mulher se escreverá

 

Na primeira sentença é dito,

Que se Z for qualquer atributo

Do homem e da mulher,

Jamais será verdadeira

A equação abaixo escrita:

 

             Z♂ > Z♀

 

O poema segue, e diz:

Se o símbolo da União for U

As sentenças abaixo elencadas

Terão pleno valor:

 

                     ♂ U

             

            ♀ U  

   ()() U ()(♀)

 

E segue a equação definindo

Duas constantes do amor:

A primeira constante é A,

De afeto do sentimento,

E o Segunda constante é S

que representa o Sexo.

 

E após definida as letras,

Qualquer equação dada abaixo

Real e  verdadeira será:

 

A♂ U A♀

S♂ U S♀

S♂ U S♂

A♂ U A♂

A U A

S U S

A(♂)(♀) U A(♀)(♂)

S(♂)(♀) U S(♀)(♂)

 

E segue o corolário dizendo

Que se definirmos por D,

Qualquer aspecto do amor,

Livre, maduro e sem opressão.

Toda equação dada abaixo

Terá um profundo valor

 

          D♂ U D♀

         D♂ U  D♂,

         D♀ U  D♀

D(♂)(♀) U D(♂)(♀)

 

Segue a verdade medida,

Pelo ponto fora do eu.

Mostrando ao velhos princípios,

Que o grande princípio imanente,

Se encontra no eterno presente

No âmago do coração.

 

 

Saiba mais…

Pele Vivente

 

Pele só tem cor

Porque é iluminada por uma fonte exterior.

E a cor diferente que dela emana

Depende do pigmento nela contido 

E do passado que nos foi atribuído.

 

Perceba isto e compreenderá,

No presente vivente,

E não no passado ausente,

Que pigmento

Algum nela contido,

Nem pelo tipo,

Nem por acúmulo,

É mais relevante,

Mais importante,

Ou merecido.

 

E se assim perceber,

Deve a fonte exterior retirar

E fazer brilhar, com intenso calor,

A FONTE INTERIOR,

Da vida,

Da igualdade,

E do Valor.

 

E se assim o fizer,

Mais ainda entenderá

Que esta fonte, privilégio algum atribui

Ao negro,

Ao branco

Ou a quem for.

 

E certeza terá

Ser a pele  

Um tecido vivente,

Um pano diferente,

Um órgão inteligente,

Que cobre todos

De igual jeito,

De igual forma,

E com igual ardor.

 

Saiba mais…

O tempo da Vida e o Tempo do eu

Existe, apenas,

O tempo do eu

E o Tempo da VIDA.

 

No tempo do eu viver é agonia.

É viver de esperar o que nunca virá.

É viver o presente pelo mesmo passado,

E levar o presente para o mesmo futuro.

 

No tempo do eu a vidraça embaça,

E a LUZ se refrata perdendo o brilhar.

 

No tempo do eu, o tempo se perde,

A vida envelhece e a esperança se ausenta.

 

 

Mas

 

 

Existe um momento,

Um momento sem tempo,

No qual conquistamos,

Pela dor e agonia

Que este tempo nos traz,

O direito da graça

De para sempre mudar,

A roda sem freios,

O estado insano,

De vida medida

Pelo tempo do eu.

 

E por este direito,

No limite do insano,

Nos é permitido,

Olhar para um Tempo,

Um Tempo sem tempo,

Que traz a alegria,

A alegria perfeita

Da vida Refeita,

Que se indireita,

E não mais se sujeita,

Ao tempo do Eu.

 

 

Oh, VIDA perfeita!

Tira meu tempo!

Desloca meu vento,

Para longe dos olhos,

Dos olhos do Eu.

 

 

Oh, VIDA perfeita!

Endireita minha via,

Corrigi minha dor,

Faz-me entender,

O olhar do olhar!!

 

Oh, VIDA perfeita!

Tira-me tudo!

Tudo que sei,

Tudo que penso,

Tudo que sinto,

Tudo que faço,

E tudo que sou.

 

E sem nada de mim,

E sem ego nenhum,

Mostra-me a LUZ,

Que no tempo da VIDA,

Tudo se é.

 

Saiba mais…

Olhar o olhar

Se quisermos encontrar algo de real e verdadeiro em nossas vidas,

Um dos caminhos é aprender a olhar o olhar.

 

Aprender a olhar o olhar.

E permanecer assim.

Só isto.

E isto basta.

E para isto devemos perceber,

Que não somos quem olha e nem o que é olhado.

Nem somos o sentimento que deste olhar surge,

Ou o pensamento que dirige este olhar,

E nem a ação que deste olhar demanda.

E nem achar que saberíamos quem seriámos

se nada soubéssemos. Isto é tolice.

Este achar vem pelo tempo.

E o que ele traz, ele leva.

Para sempre.

 

Perceber, sem julgar.

Sem achar.

Só isto.

 

E recolher

E não prever.

E acalmar.

 

E não nos incomodar com nada que acontecer

Se nosso olhar não estiver olhando o olhar.

E se nosso olhar, por não estar olhando o olhar,

Nos trouxer dor, vamos chorar.

Se nos trouxer alegria, vamos rir.

E se nos trouxer experiência, que seja adquirida.

E não nos incomodar com isto.

Com nada disto.

E retirar-nos de tudo isto.

Do incômodo que isto causa.

Sem que o incômodo se retire de nós.

 

Deixar assim.

Abandonar assim.

Deixar tudo que disto demanda

Ir sem voltar.

Sem retirar nada de nós.

 

E focar novamente nosso olhar no olhar.

Só assim, olhando o olhar,

Sem julgar quem olha ou quem é olhado,

Que algo verdadeiro e inteiro acontecerá.

Algo livre e perfeito será.

Não faria sentido se não fosse assim

É assim.

Saiba mais…

SER PROFESSOR

 

Ser professor é plantar sem esperar colheita,

É levar a semente ao ponto,

Aguando-a com sabores e cores,

Protegendo-a com lúcidas visões,

Até que ela transmute,

A forma em fôrma,

O texto em contexto,

E a reta em seta.

 

Ser professor é partir para o novo,

Levando esperança ao velho,

Coragem ao temeroso,

E dinamismo ao preparado.

     

Ser professor é expressar calma imerso no caos.

É incentivar o perdão vivenciando a dor.

É alegrar a união suando temor.

 

Ser professor é vestir-se de ponte,

Para que o solto se ajuste,

Para que o iludido desencante,

Para que o pávido seja plácido,

Para que o desinteressado fique motivado,

Para que o preso seja liberto.

 

Ser professor é mostrar caminhos a serem trilhados,

Alertar sobre atalhos a serem esquecidos,

E iluminar as pedras a serem evitadas.

 

Ser professor é saber-se imperfeito,

Na aula que rege,

Na fala que externa,

Na forma que tece,

Nas frases que traça,

E na alma que apascenta.

E buscar o perfeito,

No outro que anseia,

No olhar do indeciso,

No grito do simples,

E na angústia do inocente.

  

Ser professor é viver do improviso,

Quando a hora comprime o que deveria ser dito,

Quando o desigual decompõe o que deveria ser feito,

E quando o valor se transforma em pássaro ferido.

 

Ser professor é dar, a si mesmo, o direito de errar.

E mostrar ao outro que errar é parte do processo.

E não é retrocesso,

Quando o erro conduz ao correto caminhar.

 

Ser professor é ter paciência,

É saber esperar,

A hora certa,

Na aula certa,           

Do jeito certo,

O mágico momento de professar.

 

Ser professor é reorienta-se a todo instante,

É reposicionar-se em todo ato,

É redimensionar-se em cada fala,

É reconhecer, em si mesmo, o outro que o vê.

 

Ser professor é tomar decisões.

E quando certas, alegrar-se,

E se incertas, realinhá-las,

Pelo ajuste fino da humildade,

E reconduzi-las para a correta ação.   

 

Ser professor é perceber regras,

Que conduzem ao bom fazer,

E aplicar estas regras com a

Razão do merecer.

 

Ser professor é ser duro sem ser ríspido.

É ser tenro sem ser permissivo.

É ser corretivo sem discriminar.

 

Ser professor é ser espelho,

Modelo a ser seguido,

Valsa a ser dançada,

Pote a ser preenchido,

Vida a ser vivida,

Pássaro a ser voado,

Canção a ser repetida,

Vinho a ser consumido,

Linha a ser prumada.

 

Ser professor é entender o degrau de cada um,

E fazer com que cada um perceba este degrau,

E ajudar a cada um, um novo degrau conquistar,

E acudir cada um, se de um degrau desmoronar.

 

Ser professor é sentir a magia,

Só sentida por aqueles

Que professores são,

De saber-se

Refletido, para sempre, na memória,

E incluído, para sempre, na história,

Das vidas que tanto prezou.

 

Saiba mais…

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Por que estou diferente?
Porque sou azul e vocês não??
Por  que minhas marcas são diferentes das suas???
Por     que olho o passado e vocês o futuro????
Por        que meu sentido é diferente dos seus?????

Por que separados e porque juntos?

Diferente?
                Ausente?
                                CARENTE?
                                                     Dissi dente?

Mas     vocês      são      felizes?
Estar   próximo   traz     felicidade?
Olhar juntos para a mesma direção traz compaixão?
Viverjuntosomesmorabiscoamansaasolidão?

 

Quero pular e brincar com o gato.

 

 

Saiba mais…

Poesia das Coisas - Porta Aberta

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Porta aberta.

Pelo caminho reto chegarei a flor.
Bela orquídea, seca pelo tempo.
Belo incenso que exala frescor.

Pelo caminho reto terei a flor.
Pelo caminho reto terei o odor do amor.
Que mais preciso?

Porta aberta.
Basta pular.
Saltar do reto caminho e chegar.

Estou vazio mesmo, o que tenho a perder?

Vale a pena sair?
O que fora do destino eu tenho a fazer?

Porta aberta.
A vida é feita de escolhas.

 

Saiba mais…

A POESIA E A FÍSICA

Sou professor de física em escolas públicas,

Formado em física pela Ufscar.

Mas a poesia me persegue

Noite e dia sem parar.

 

Poeta eu não sou.

Disso eu sei e sei bem.

 

Acho que isto quer me mostrar

Que sentimentos são objetos

De estudo da razão.

Que é possível extrair

A raiz quadrada do amor

Ou possível equacionar

O módulo do amar.

 

Talvez esteja louco,

E tudo isto um grande engodo.

Ou talvez louco é o amor

Que tem sentido e direção.

 

Claudio Favoretto

Saiba mais…

O SORRISO

O sorriso é energia,
Poder doce que contagia,
Brisa leve que pressagia,
O verbo solto da alegria.

Leve a vida sempre sorrindo.
A dor amansa na indiferença,
O triste esquece de se fazer
E o Sol enlouquece o entardecer.

Claudio favoretto

Saiba mais…

A PORTA E O CAMINHO

Há quem diga que quando uma porta é fechada para nós,

A vida abre outras maiores e belas.

Quanta verdade existe neste pensar!

A vida é um palco de um grande caminhar!

 

Mais ainda que passar pelas portas que mudam a vida,

É encontrar o caminho dos meus olhos para elas.

Porque portas a vida sempre nos abre,

Mas caminhos somos nós que abrimos até elas.

 

  Claudio Favoretto

Saiba mais…

AS FORMAS DO AMOR

O Amor puro, não.

Todo Amor se apresenta em formas.
Cada forma tem suas normas e jeitos de brilhar.
Amor só é Amor quando se apresenta nas formas do Amar.

Existe o Amor das meretrizes,
O Amor encomendado,
O Amor predestinado,
Que cumpre a Lei menor, do dar e receber.

Existe o Amor que Platão explicou,
O amor enluarado,
Cabível na ideia,
Que não passa pela porta da nossa ação.

Existe o Amor escancarado,
O Amor do apaixonado,
Que alimenta um sonho,
De uma noite de verão.

Existe o Amor maternal,
Do instinto mais que perfeito.
O Amor que nunca acaba,
Mãe e filho, um ser perfeito.

Existe o Amor fraternal,
Aquele que protege,
E acolhe um irmão,
Difícil é não ter, perfeito seu sentir.

Existe o Amor do Eu.
Amor do seu respeito,
Amor essencial,
Que dá equilíbrio ao Ser.

Existe o Amor da Terra aos filhos,
Este Amor poucos conhecem,
Um Amor explicado
Pelo triste Isaac Newton.

Existe o Amor da necessidade
De ser respeitado e respeitar.
Ele nasce do convívio,
Do carisma e de uma flor.

Existe o Amor dos enviados,
Não queira senti-lo,
Muito menos possuí-lo.
A luz que dele emana cegará sua essência.
Sua vivência se perderá.
Ele pertence ao nada.
E só quem nada é pode irradiá-lo.


E mais amores existem,
Todos por uma forma,
Todos pelo seu jeito,
E por todos devemos ter,
Um eterno e lindo respeito.

Claudio Favoretto

 

Saiba mais…

SACIEDADE

Quando o Eu, na agonia,

Com o ego insatisfeito,

Aprende a tirar proveito

De tudo que a vida lhe dá,

 

Encontra serenidade,

E a saciedade o acolhe,

Porque aprende a agir inteiro

Em cada canto do seu olhar.

 

Claudio favoretto

Saiba mais…

AMIZADE

O amigo verdadeiro,

Não fala para agradar.

Coloca-se por inteiro,

No afã de ajudar.

 

Não se importa com o desvelo

Que o amigo não possa lhe dar.

Pois sabe que é verdadeiro

O sorriso do seu olhar.

 

Claudio Favoretto

 

 

Saiba mais…

INVEJA

Inveja é sentimento presente,

Na vida de toda gente.

Quem tem, sente a agonia

De ver alegria em seu diferente.

 

Inveja é sentimento não assumido,

Que deve ser atenuado.

Pelo Amor a si mesmo dado,

Por sentir-se igual amado.

 

Claudio Favoretto

Saiba mais…

PERDÃO

Quem perdoa seu semelhante,

É livre deste passado.

Apaga a chama gritante,

Do ser amargurado.

 

Quem a si mesmo perdoa,

Todo o passado liberta.

E vive rindo à toa,

Com a alma sempre aberta.

 

Claudio Favoretto

Saiba mais…

SÁBIO

Sábio é quem erra,

E compreende seu errar.

Vence assim todas as guerras,

Contra o ego milenar.

 

Assim o sábio vive

Em equilíbrio e fulgor.

E compreende quem convive,

Com seus erros e sua dor.

 

  Claudio Favoretto

Saiba mais…
CPP