A mancha do ketchup

Se não destes importância a tudo o que existe e ainda assim amastes, o mundo te agradece, tudo cresce e se desvanece num piscar de olhos,

Os pensamentos te engolem e o sossego castiga o sono que nasce bem no fundo da noite, 

Como saber se o sol nascerá de novo nesse horizonte sem escrúpulos ??

E ainda tem a mancha do ketchup, na camiseta branca imaculada que ainda guarda memórias que deverias ter deletado faz muito tempo, 

Teus versos são como o vento de setembro anunciado a primavera, naufragam em barcos coloridos,

 Num mar de contradições...

 

 

 

 

 

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Diego Tomasco

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