Ausência

Ausência

Que me assombra com luz tremeluzente.
É essa chama que insiste em perguntar.
Por onde anda o meu amor tão ausente?
Que com flores veio me conquistar?

Chegou com o vento que vem do sul.
Adentrou meu coração com promessas.
Bordou meu caminho com o azul.
Agora, a saudade é doída à beça.

Enviei cartas ao seu endereço.
E no telefone deixei mensagens.
Será que não tem mais por mim, apreço?
Ou retirou da mente a minha imagem?

Onde estiveres e lembrares de mim.
E ouvires um ruído vindo à distância.
Saibas que sou eu clamando assim;
Vem, quero sentir amor, tua fragrância.

Márcia Aparecida Mancebo

(Itapeva, SP)

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