Enquanto as cicatrizes ainda sabem doer, o cheiro do café passado acorda minha vontade de viver. Deixo o sol da manhã entrar pela janela. Nada me espera, sou a suavidade tranquila da primavera,
Um chalé e uma varanda no meio do nada, o florescer que nasce da alma. Já não espero o que não vem mais, sou o resultado de um projeto tranquilo e fugaz,
Sou a mansidão que vem depois do escárnio, sou uma metáfora de autoenganos,
Sou a luz que já não espera esse relógio adormecido pelos anos...
Comentários
Poeta Diego
Um poema que reflete a sensibilidade do criador de versos.
Parabéns!
Abraços
Parabéns por suas reflexões acerca da vida...em lindas Metáforas.
Creio que todos nós somos Metáforas de alguns enganos..mas, a vida segue mesmo com cicatrizes...
O café passado, seriam as memórias!????
Abraços fraternos prezado Poeta Diego Tomasco pelo belo texto poético...
Uma bebida estimulante. Ajuda qualquer acordar ou anoitecer em inverno rigoroso.
Lindo texto, Diego. Você trabalha muito bem as metáforas.
Obrigado Margarida