Carrossel
Oh, alma cansada que implora ao céu,
Quem virá agora para me amparar?
Minha vida gira qual carrossel
Roda sem rumo, não consigo andar.
Busco respostas no giro constante,
Mas o carrossel gira indiferente
Meus pensamentos se cruzam errantes,
E uma ferida se abre lentamente.
O carrossel não para, o tempo esvai,
Eu sigo girando, aflita, calada
Uma lágrima no olho esquenta e cai,
A inquietação em mim não é pausada.
Continuo a rodar, sem direção,
Ecoa no ouvido o som do brinquedo
Aumenta o pulsar do meu coração,
A alma se agita tomada de medo.
Márcia Aparecida Mancebo
Comentários
Meus parabéns, querida amiga, por este Carrossel, que mesmo sem parar é uma grande poesia.
Beijos.
Obrigada.Um abraço
Márcia
parabéns
um abraço
Obrigada. Um abraço
Que lindoooooooooooooooooo!
Meusaplausos, Márcia querida
Beijoss
Obrigada.
Bjs
meus sinceros aplausos e reverência à tão brilhante poetisa
Deus a abençoe
Obrigada.
Um abraço
Olá amiga! Esse Carrossel me lembra uma nostalgia sabe. Márcia você assistiu ao Carrossel dos anos 90? Era maravilhoso, mas aquele último que passou não presta. Tô falando do que rolou provavelmente 1990 ou 1991, por aí. As nostalgias também me pregam na estaca, mas saiba que podemos ficar satisfeitos porque tivemos momentos bons. Às vezes eu quero algo maior pra dizer valeu a pena. Mas ainda chegara. Márcia estamos junto. Abraço
Obrigada
Um abraço
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