Às vezes eu penso
Que o progresso anda lento
As obras necessárias não andam.
Carros velozes contrastam
Com estradas simples e esburacadas
Obras há vinte anos começadas.
Parece que viveremos para sempre
Aqui na terra, sempre estão adiando
Para o ano que vem talvez...
Passam gerações e nada acontece.
Algumas tecnologias chegaram
Atropelando os desavisados
Um empurrão no bundão
O novo e o velho tempo, vão,
De contramão, de encontrão.
Muitos discursos e promessas
E o povo brasileiro esperando
Os celeiros estão cheios
Como escoar, sem estradas
Sem ferrovias para agilizar
E o preço do frete baratear?
Editt Schimanoski de Jesus.
Comentários
Editt
as mudanças demorarm mas uma hora chega
um abraço
Sim amigo davi! Uma hora chegará! Muito obrigado!
As siturações pedem mudanças e nem sempre acontecem. Saudações poeticas, cara Editt.
Muito obrigada amiga Lilian! Abraços!
Editt
muitas coisas mudaram, e fica dificil entender
um versar reflexivo
um abraço
Muuito obrigado amigo davi! Abraços!