Aterrizam esperas e profecías como aviões cheios de melancolias, o possível demanda o impossível esperando a esperança com luminosas contra senhas que se perdem na bruma espessa da noite,
O mármore sacrossanto e tão frio quanto o esqueleto original, toda vez que olho as feridas sobram sangue e almas, acompanho distâncias e circunstâncias que me levam pela tangente,
Como posso esperar esse Deus humano??
Se todos os labirintos me levam a continuar vagando, sinto o vislumbrar fértil da eternidade com dúvidas e frustrações, sou uma partitura que se expande entre as multidões,
A oferta de amor próprio contínua indiferente ao mundo e o silêncio e um náufrago com amnésia, somos todos contra todos e estamos a quilômetros da lucidez.
Comentários
Parabéns, Diego!
Belíssima inspiração.... parabéns, Diego!
Um abraço
Obrigado Márcia abraço