Entre o Amor e as Ausências

Entre o Amor e as Ausências

Não culpo o destino, não nos uniu.
No tempo certo de luminescência,
Maltratamos o querer que sumiu
Pouco a pouco com as nossas ausências.

Faltou-nos prover daquela euforia
Que fez do amor união tão bonita,
Mas não velamos como merecia
E nossa rota tornou-se finita.

Agora nos abate as consequências:
Cada um de um lado caminhando só,
Com um peso enorme na consciência
Pensando reatar com forte nó.

Será que não seria outro engano,
Tentar reacender o coração?
Se o tempo nos deixou tão sobre-humano,
Seria o final de toda ilusão.

Márcia Aparecida Mancebo

 

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Comentários

  • Marcia

    o amor fica até certo ponto

    mas infelizmente um dia vai embora

    um versar reflexivo

    um abraço

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