Venho neste espaço em branco
Quero me salvar, poder falar
E em silêncio derramar o meu pranto
Qual a chuva que se derrama na terra.
Sinto as palavras encurraladas
Presas na garganta, lágrimas escondidas
Um sentimento tão dolorido e só
A alma chora dentro de mim, saudades sem fim.
O mundo está tão barulhento, na correria...
Eu preciso conversar, preciso rir de verdade.
Estou cansada da rotina covarde
Sinto falta dos sorrisos, as longas conversas
A mateada no fim da tarde.
Meu poema o meu verdadeiro divã,
O meu eterno conselheiro, meu amigo
Como é bom contar contigo, nestes versos
Neste momento de pura solidão.
Eu te abraço com carinho, minha poesia.
Editt schimanoski de Jesus.
Comentários
Beleza pura. Parabéns, Edith.
A poesia favorece essa expressão e acolhimento. Parabens, Editt.
Lindos versos, muita reflexão acerca do cotidiano que se repete e nos trás nostalgia e angústias
De fato o mundo tem mudado muito e nos sentimos fracos diante da vida..
Mas, temos a poesia que pode ser nosso Terapeuta e nos ajudar a desabafar nossas tristezas.
Parabéns amiga Poetisa Editt por tão bela Poesia
Abraços fraternos de Fernanda e Antonio Domingos