Sinto todos os poemas que não escrevi, arranho minha garganta maquiavélica e falante, talvez espere meus espectros com seus terrores noturnos,
Ainda quero matar esse lapso sutil de insanidade, esse fingimento que disfarça a raiva numa síntese de obsessões e silencios dispersos em nomes e momentos perdidos no tempo,
E tão linda a primeira vez, são tão lindas todas as primeiras vezes, persistimos eruditos e sagrados na beleza do auto engano,
Sinto que resisti á essa gaiola dourada de moral preservada no mofo insípido de uma filosofía barata...
Comentários
Reflexões e compreensões da vida que o Poeta observou com sua inspiração.
Lindo texto Poetico de belíssimas Metáforas e valor poético de grandeza
Sim, Poeta, vivemos num mundo de muitas falsas aparências e não é nada fácil sobreviver nesta Sociedade em Chamas com Lamas
Abraços fraternos prezado Poeta Diego Tomasco
Obrigado pelas palavras querido
Caro poeta Diego:
Um belo trabalho poético.
Parabéns
Abraços
Obrigado pelas palavras