Flor sem Nome

Flor sem Nome

 

Flor sem Nome

 

Flor estelar fosco brilho

Rasteirinha quietinha finge-se fingir

Que ali ela não existe para visitas

Nem para os insetos e larvas lascivas

Cactus úmidos ressecados indiferentes

 

De estranheza rústica promessa de Griffe

Do cerrado isolado por tudo a dizer

No silêncio dos dias claros de Sol

No rufar das noites escuras de Luar

 

Flor sem nome vermelha

Fora dos compilados catálogos

 

Joaninhas pintadinhas passeiam em tudo

Pelas folhas verdinhas da Flor Vermelha

Á joaninha é permitido certos carinhos

 

Ao vento seco ora úmido voam os pólens

Por aquelas virgens matas facultativas

Naquele mundo deserto cheios de vidas

Que os olhos nús e cegos indeferem

 

fim

Antonio Domingos

06/03/2020

 

 

 

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