Labirintos obscuros

 Labirintos obscuros e almas decadentes o ódio ferve na maldade indecente, eu julgo, tu julgas, todos julgamos, e não há mais nada , não existe a quarta pessoa,

A rede que pesca feroz tudo o que aparece , e o coração que procura explicação onde não existe e padece, 

Ainda se pode morrer feliz, tentando lembrar do dourado do teu corpo, procurando dentre teus ossos, a brisa que traziam teus beijos e teus olhos 

Labirintos obscuros e almas decadentes, saem das sombras insatisfeitas, precisam correr contra o tempo, 

Onde o tempo não existe...

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Diego Tomasco

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