Sou o autor das minhas próprias feridas, uma tormenta sem vento, um laço familiar que ainda desconheço, sou alguém que feriu a cura e reabriu a ferida, um lamento que respira sem tempo,
Abri a porta para tantos silêncios exorcizando demônios que já tinha superado, sou a desordem e o controle descontrolado, quebrando coisas que já tinha consertado, mais continuo fugindo dos meus temores infundados,
Sou o jogo perverso que transforma mentiras em verdades, sou a resignação de um final cheio de saudades, aturdido e mesquinho posso seguir o caminho dos sonhadores ou ser apenas um mercenário,
Me escondo nesse jogo sujo, tentando enontrar teu peito como último refúgio,
Sou um invento,
Um assunto,
Sou a lâmina invisível que corta o que não saiu na foto,
Sou o amor com máscara e sem rosto ...
Comentários
Que lindo, Diego!
Abraço
Obrigado