Me desintegro como se virasse cinzas,
Seco diariamente como o o mar de Aral,
Quando foi que penduramos os nossos sonhos num varal??
Persigo a fênix, sou um velho dinossauro,
Vejo nas entre linhas cansadas do que não falei um oasis de contradições,
Todas guardadas num velho armário,
Há um porém dentre tantas incertezas,
Há um vislumbre de futuro imaginário,
Há sonhos fechados com cadeados,
Me desintegro como um velho castelo de areia, que quer se livrar de todas essas mazelas ,
A velha escola
A comida repetida por dias,
O arame farpado que rasgou meu rosto infantil,
O pão com sabor de anil,
O velho futuro surrado,
O novo que lembra o passado...
Comentários
Muito belo! Uma delícia ler-te.
Parabéns
Belíssimo, Diego. Metáforas espetaculares.
Caro poeta Diego
Um poema muito bem elaborado.
Parabéns. Abraços
Impecável sua poesia, Diego. Metáforas bem escolhidas que definem o ser em sua dor e desalento. Abraços
Secando com o Mar de Aral.. Belíssima metáfora..
Texto.forte mais elegante e um encanto de se ler.
E assim, o pão com sabor de anil e
O velho futuro surrado....Lindos versos..
Parabéns prezado Poeta Diego Tomasco por esta Poesia de Excelência.
Um espetáculo de lindos versos.
Abraços fraternos prezado Poeta
Obrigado meu querido Antônio tuas palavras me enchem de alegria
Olá Diego
Você escreve uma poesia de verdade....tem conteúdo poético de muitos valores..
Infelizmente temos às vezes as chamadas falsas poesias... São amontoados de versos sem conexão.... Não é pecado, mas é poesia de baixa qualidade poética..
Muito obrigado esteja bem feliz