Meu smartphone

Sobreviver às minhas verdades e como viver o silêncio e nunca cansar de acordar todos os dias, sei que as pessoas querem falar o que sentem por mim e estão esperando que meu corpo esfrie,

Vivo em outra frequência com um smartphone que obedece meus comandos, já não sei exatamente o que fazer, já criei uma panza e me sobrou pouca esperança, 

O relógio não tem culpa, sou eu que utilizo minhas horas queimando o tempo como um viajante cansado que se refugia na calma inútil que mora escondida em público.

Volto a digitar, escuto aplausos e vejo vidas quasse perfeitas escondidas em sorrisos amarelos onde tudo parece terrivelmente tão sincronizado e feliz,

Tenho tantos amigos que não deixam lembranças nem abraços de verdade são apenas espelhos vazios e sem realidades, 

Sobrevivo sendo meu próprio assistente virtual, me defendo e me disculpo esperando algo que limpe meu estatus com a intensidade de um instante...

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Diego Tomasco

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