Nostálgicas lembranças

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Nostálgicas lembranças

 

O mundo está em euforia

Mas eu só quero silêncio

Silêncio para pensar na poesia

E extravasar esse sentimento denso...

 

Guardadas no recôndito do ser

Estão as angústias, as dores, os lamentos

Encaixados como lembranças de você

Que tento dispersá-las ao vento...

 

Uma estranha nostalgia

Apossa-se de mim: penso em você

Mas, se não vem, não há poesia

Nem sonho, nem canto; tudo vai arrefecer...

 

Descanso nesse mundo em tumulto

Foi embora a tristeza, tudo é sossego

Minha lira revive em suave culto

A ausência de você; isso satisfaz meu ego...

 

Mena Azevedo                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   

 

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Mena Azevedo

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Comentários

  • Muito obrigada, Margarida! Bjs.

  • Inspiração refinada! Parabéns! A paz.
  • Muito obrigada, Ciducha! Bjs.

  • Muito bom seu texto querida

    Bjs

  • Eu te agradeço, querido Marcos! Que lindo poema fizeste

    para comentar o meu que se ofuscou diante do teu!

    Você é demais, amigo porta! Bjs.

  • Ah... as lembranças...
    Por vezes nesta nossa vida agitada,
    Andamos por terras tão longínquas,
    Cruzamos os mares mais revoltos,
    E por céus de escuras nuvens passamos,
    A vida vai nos levando, os problemas, a lida,
    As novas alegrias que vem e vão,
    Então depois de algum tempo,
    Achamos não ter mais aquelas lembranças,
    Mas não... como disseste tu Mena querida,
    As lembranças estão lá, intactas,
    Guardadas no mais fundo recôndito do ser.
    Parecem estar adormecidas, quietas,
    Aguardando o momento certo de se mostrarem,
    E via de regra se mostram fortes, robustas,
    Te pega fragilizado, enfraquecido,
    Normalmente no silêncio da noite,
    Depois de um dia mal resolvido,
    E elas fazem isto com um propósito,
    Qual seja mostrar pra você
    Que mesmo que queira nunca poderás apagá-las,
    Porque as tuas lembranças são parte de você,
    É uma parte tua que jamais irá embora.
    Ah... as lembranças...

    Obrigado querida Mena, este teu mais humilde fã
    lhe aplaude com euforia e entusiasmo.

    Beijos, Marcos.

    3686025?profile=original

  • Obrigada, querida Márcia! Bjs.

  • Obrigada, poeta Ilário! Boa tarde! Bjs.

  • Gestores

    Belo poema Mena.

  • Muito obrigada, poeta Geraldo! bjs.

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