O Doce Amargo

Adoro sentar na varanda
Naquela cadeira de balanço
Á tarde tomar um amargo
Sentindo o sabor do pago.

É o meu vício delicioso
Ouvir a música gaúcha
Tomar o meu chimarrão
Sozinha ou acompanhada.

O aroma da erva bem verdinha
Cheiro de mato, depois da chuva
Sorver devagarinho, o meu mate
Cada gole me restabelece o vigor.

É um momento quase sagrado
Tomar aquele mate, bem cevado
Topetudo, exuberante, gostoso
Viver a tradição, faz bem ao coração.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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