Aos poucos aquelas bolhas adocicadas
Iam uma a uma explodindo minha mente
Alterando a percepção numa grande derrocada
De realidades flashes e imagens à minha frente
Entre o passado e o presente me vi abraçado
À mentiras engarrafadas suavizando o errado
O ópio das ilusões fazendo meu corpo refém
Preso num tempo que a gente julga que tem
Estive lá junto de uma ou mais taças de Brut
Ou teriam sido pequenos shots de Absolut?
Fiz as malas deixei o quarto iluminado à neon
E perfume francês barato riscado de batom
Vi uma bela dama torneada de cabelos vermelhos
Ela segurava uma muleta e fui abatido com um só olé
Me fiz de Humphrey Bogart e não vi estar de joelhos
Mas estou aqui brindando o hoje com uma xícara de café
Deus abençoe as canções que nos embriagam
Carlos Correa
Comentários
Um brinde. a poesia...
Parabéns amigo 👏🏼
Obrigado Isa, bj grande fica com Deus
O importante é brindar. Belo poema, Carlos.
De acordo com o DESTAQUE.
Oiiiii, obrigado de coração....bjbj, fica com Deus
Parabéns pelos belos versos, Carlos!
Um abraço carinhoso.
DESTACADO
Sempre tão gentil....obrigado Márcia, bj grande. fica com Deus
Uauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, que lindeza de versos, Carlos Manuel!!
Meus aplausos e meu abraço
Obrigado Ci, bjs, fica com Deus
Belo poema, caro amigo das letras. Aplausos e flores a ti
obrigado minha amiga...bj grande , fica com Deus