Aos poucos aquelas bolhas adocicadas
Iam uma a uma explodindo minha mente
Alterando a percepção numa grande derrocada
De realidades flashes e imagens à minha frente
Entre o passado e o presente me vi abraçado
À mentiras engarrafadas suavizando o errado
O ópio das ilusões fazendo meu corpo refém
Preso num tempo que a gente julga que tem
Estive lá junto de uma ou mais taças de Brut
Ou teriam sido pequenos shots de Absolut?
Fiz as malas deixei o quarto iluminado à neon
E perfume francês barato riscado de batom
Vi uma bela dama torneada de cabelos vermelhos
Ela segurava uma muleta e fui abatido com um só olé
Me fiz de Humphrey Bogart e não vi estar de joelhos
Mas estou aqui brindando o hoje com uma xícara de café
Deus abençoe as canções que nos embriagam
Carlos Correa
Comentários
O importante é brindar. Belo poema, Carlos.
De acordo com o DESTAQUE.
Parabéns pelos belos versos, Carlos!
Um abraço carinhoso.
DESTACADO
Uauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, que lindeza de versos, Carlos Manuel!!
Meus aplausos e meu abraço
Belo poema, caro amigo das letras. Aplausos e flores a ti