Ventos fortes que sopram no pago
Não é brisa mansa que acaricia o rosto
É quase uma tempestade
Que leva tudo por diante...
O vento do norte é potro xucro
Que nada segura, é mal domado.
Que onde passa deixa o rastro das patas.
É como o estouro da boiada em comboio.
O horizonte está escuro, isso é mal agouro
O temporal pode chegar a qualquer hora
Raios e ventos, até granizo, rasgando telhados.
A tropa procura abrigo, entre as árvores.
O vento minuano que sopra no inverno
Com ele chega, a garoa e o frio, o inferno.
Para aquele que nada têm...
São escassos os recursos e agasalhos.
O mau tempo também vem.
Editt Schimanoski de Jesus.
Comentários
Mudanças climáticas, poesia atenta as essas alterações. Parabens
Muito obrigada amiga Lilian! saudações poéticas!