Perdão
Esquecer uma ofensa atroz
Acariciar a pequena noz
Admirar asas do Albatroz
O que se quer de nós
Não ser de ti mesmo algoz
Adiar rancores de alçapão
Apreender a alma no porão
Primeiro abraço no guardião
Descer escadas sem emoção
Sentir contudo amiúde atenção
Que o céu derrame luz e clarão
Sobre os desertos da solidão
Transforme as pedras em mansidão
E faça florir o velho coração
“Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”
Bíblia Sagrada
Romper correntes do amargor
E semear horizontes de amor
Fazer do peito jardim em flor
Para vencer toda sombra e temor
Fim
A Domingos
25 de maio de 2026
Comentários
Amigo Antônio poema de excelência. Grande incentivo do perdão, com contornos exclusivos do poeta. Parece além da reflexão. Mais que interessante! Baita poema! Parabéns! Abraço
Agradecido demais por sua atenção e leitura e apreciação..
Uma honra para mim....Ter alguém que dê uma atenção preciosa em nosso trabalho e não alguém que somente pensa em seu umbigo.
Muito obrigado de Fernanda e Antonio Domingos
Parabéns peka linda inspiração, meu amigo querido
Aplaudo!!!
Gratidão sempre amiga Poetisa Ciducha.
Muito obrigado por sua atenção...