Ressentimentos

Na beira da morte, no borde da alma e depois a desesperança,

Segue minha voz que diz,

saudades, 

saudades,

Na beira do abismo senti a desilusão,

Deveria ter rogado por nós, 

Já estava entediado nos cafés e nos cabarés,

Mais há um desastre obsessivo de lembranças como um rumor na minha alma,

Como noites de alcohol e fumaça,

Dilatada luz branca,

Olhos que não dizem nada,

Lábios que beijam o silencio,

Bocas fechadas, 

Momificar se,

Correr o risco ou escrever, 

Estou só e ouso vozes, 

Não sou mais eu,

Sou um instante na madrugada...

 

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Diego Tomasco

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Comentários

  •  

    Parabéns poeta Diego! Abraços fraternos!

  • Caro poeta

    E essa madrugada que aguarda o Sol, também guarda escondidos os perdidos nas noites.

    Um poema reflexivo.

    Parabéns

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