Na beira da morte, no borde da alma e depois a desesperança,
Segue minha voz que diz,
saudades,
saudades,
Na beira do abismo senti a desilusão,
Deveria ter rogado por nós,
Já estava entediado nos cafés e nos cabarés,
Mais há um desastre obsessivo de lembranças como um rumor na minha alma,
Como noites de alcohol e fumaça,
Dilatada luz branca,
Olhos que não dizem nada,
Lábios que beijam o silencio,
Bocas fechadas,
Momificar se,
Correr o risco ou escrever,
Estou só e ouso vozes,
Não sou mais eu,
Sou um instante na madrugada...
Comentários
Parabéns poeta Diego! Abraços fraternos!
Caro poeta
E essa madrugada que aguarda o Sol, também guarda escondidos os perdidos nas noites.
Um poema reflexivo.
Parabéns