Imagem ------- Margarida Maria Madruga
Selfies e Ilusão
Quando o frio aparece de repente,
a menina estilosa se encobre.
Usa gorro para ser diferente,
com echarpe quentinha ela se cobre.
A selfie não pode ser esquecida,
a luva passa a ser um adereço.
Quem é famosa sempre é atrevida,
mas não revela jamais seu endereço.
É uma a mais se mostrando nas mídias,
pois só pensa que a fama traz poder.
Não teme ser frustrada nas insídias,
com as pernas de fora a tremer.
A realidade é muito dolorida,
os anos passam, a idade também.
A fama esvai qual rosa ressequida;
que tristeza! Da vaidade foi refém!
Márcia Aparecida Mancebo
17/06/2
Comentários
Você recriou no seu poema, belamente, a figura e a vaidade como ninguém.
Obrigada por usar minha imagem.
Márcia
são fases onde no momento acha que o mais importante é fazer a selfie sem meditar na s consequencias
um versar reflexivo
pois muitos até morrem por fazerem selfies perigosas
um abraço
Quem da vaidade foi refém, o arrependimento não tem volta..
Selfies e ilusão é muito linda poesia e tema interessante.. É passar a vida na ilusão das coisas virtuais e nada de profundidade para a vida
Parabéns prezada Poetisa Marcia.
Que linda poesia
Querida Márcia,
Gostei muito do seu poema e da linda imagem da Margarida
Um tema atual e reflexivo, que nos faz pensar sobre a busca pela fama e as ilusões das aparências.
Parabéns pelo belo trabalho!
Beijos
Obrigada querida amiga. Bjs