Sentada

Sentada na cadeira de balanço
Pela janela entre aberta eu vejo
O céu cinzento de frio...
O condomínio ainda dorme.

O mate amargo eu sorvo
Gole por gole, cheio de sabor
A saudade chega de vagar
Ela me abraça e confessa,
Eu vim para ficar.

As lembranças boas, quero reviver
Os dias felizes eu quero visitar
Momentos importantes, estão vivos em mim
O amor que nunca morreu
Eu quero outra vez relembrar.

A seleta emoção que me absorve, por inteira
Com fleches, de pura nostalgia...
Carregada de magia, uma vontade de escrever poesia
Mergulho de cabeça nesta aventura gostosa
Que me dá um imenso prazer.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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