Transição
Enquanto eu via o meu mundo infinito;
Em minha face, o riso era uma flor!
No céu, o lume era meu favorito.
Teu nome era canção bela de amor.
Meus olhos brilhavam com esperança:
Quais estrelas acedem em fulgor
em silêncio, buscando na lembrança
a malícia em ser um sedutor.
E tudo caminhava tão sereno
até chegar aquele vendaval.
Que fez meu mundo voltar a ser pequeno,
tornando o que era belo um banal.
Então, entendi o que era finito.
No íntimo, a inocência fora embora.
Meus olhos que viam tudo bonito
fecham-se, sem lamento, e não choram.
Márcia Aparecida Mancebo
Comentários
Notável, carissima! Aplausos a tua Arte!
Obrigada.
Bjinhos
Marcia
parabens
om abraço
Obrigada,Davi!
Um abraço
Que lindeza Márcia!
Aplausos e meu abraço
Obrigada, Ciducha!
Bj
Belo poema! Adorei! Parabéns!
Obrigada, Editt.Bj