E quando passares por esta rua,
Recamada pelas cores do outono,
Onde vaga só tu, soturna lua,
Nesses prados ermos do eterno sono.
Em meu peito morrerão calados,
Oh sonhos que cantastes nesta vida!
Só a ária da saudade nesses prados
Ecoando numa lápide esquecida.
Trazem a solidão de um velho sino,
Essas folhas vibrando em meu destino,
Essas que outrora cobriam essa rua...
Recamada pelas vestes do outono,
Nesses prados ermos do eterno sono,
Onde vaga só tu, soturna lua...
Thiago Rodrigues
Comentários
Obrigado, Angélica!
Emblemática e adorável poética. Parabens
Obrigado, poetisa Lilian!
Que lindoooo!
Encantada com teu soneto, Thiago!
Parabéns e um abraço
DESTACADO
Grato pelas palavras, Márcia! Um abraço!
Lindos versos, Thiago
Meus aplauso e meu abraço
Obrigado pelo comentário, Ciducha! Um abraço!