Véus...
No véu da noite, a alma entra em convulsão.
Rejeita a mente que evoca saudade
Enquanto o vento entoa uma canção.
E o tempo passa, à luz da eternidade!
Mas a lembrança insiste em recordar
Sem se importar se alma, entristece e chora.
Mesmo que águas dos olhos vão rolar,
lembrando instantes ao nascer da aurora.
Sob clarões, o amor da mocidade
É um cenário belo, esplendoroso
Com tons e luzes brilhando a saudade
de horas boas...tempo maravilhoso!
Assim, eu varo toda a madrugada.
E lentamente sinto a alma serena;
Enquanto a noite, em véus toda enrolada
Qual filme, vou revendo belas cenas.
Márcia Aparecida Mancebo
Comentários
Profundo nas lembranças, e a poesia vai com tudo.
Enquanto o vento entoa uma canção.
E o tempo passa, à luz da eternidade!
Sob clarões, o amor da mocidade
É um cenário belo, esplendoroso
Destacado, abraço
Obrigada,Luiz!
Um abraço
Márcia
parabéns
um abraço
Obrigada Davi.
Um abraço