Fortuna.
Esta pele, que por ti laceia,
Sob a perfeição de minha alma,
Teu corpo, se define ao infinito,
Sois vós, o meu arrebento da vida.
Tua voz, fere, há fortuna morte,
Nas duras margens deste céu obscuro,
Meus sonhos, se vão na tua presença,
De abraços ao quarto espelhado.
Pois teu corpo, povoa minha alma,
Que de minha dor, toca na aura,
Atrelando o meu querer nos laços.
Assintas meu espírito acalorado,
Pois, o mundo, digere meus prantos!
Todo o credo, aos anjos da noite.
Ednaldo F. Santos
Comentários
Feliz Semana.
Uma excelente noite...Nieves
Feliz semana.
Parabéns.
Beijos
Obrigado, Edith, é sempre um prazer,
Fico Honrado...Felicidades...Abraços Meus.
Obrigado Safira, maravilhoso,
É uma Honra...Felicidades...Abraços Meus.
Outro lindíssimo poema, Ednaldo meus aplausos.