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No ápice da dor

No ápice da dor

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Vazia, me deixei ficar,
ali, no ápice da dor,
sem voz, sem nós
e o frio me abraçou
e veio forte, gelando
meu eu cansado.

Iludida, sonhos rasgados,
Chorei, em meio
ao silêncio agudo
sozinha, sem lágrima.
O pranto queimando
o imo ferido, banhando
o incêndio do teu amor.

No meio da dor,
sangro esta saudade
que não consigo apagar
porque mora em mim
todas as tuas lembranças.

Quando o tempo calcinar
este coração que chora
a tua ausência, toda a
vida terá morrido a olho nu.

Edith Lobato - 24/01/16

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Edith Lobato

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Comentários

  • Edith,belo poema, arte e fundo musical...Te abraço

  • Edith não me dominando estou aqui relendo e arrebatado na sua obra!

  • "Quando o tempo calcinar este coração que chora"...  o ápice da beleza poética teu poema inspira, Edith... Aplausos!!!

  • Aplausos querida poetisa sensacional bjd
  • Edith, você emociona, comove e encanta com seus poemas bem elaborados,

    onde o ritmo, a cadência dos versos, acompanhados dessa linda música fazem

    da tua obra uma obra de arte! Bjs.

  • Edith se você não tivesse nascido mulher teria nascido como poesia. O que mais posso dizer?

  • Que belo versar,  Edith!  Encantada!

  • Há gota de sensibilidade em cada estrofe...Te Aplaudo!Poetisa Edith Lobato.

    Felicidades...Abraços Meus.

  • lindo poema!

    Ser poeta é isso: Encantar aos leitores até com sua dor!

    Me curvo diante de ti poetisa!

    Abraços.

  • VERAMENTE, UMA BELA POESIA...

    ALKAS.

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