Utopia consumada

Utopia consumada

 

O dia virou noite em estesia

Jogou seu véu de renda cintilante

Na terra ressequida em nostalgia

Numa deificação daquele instante.

 

Desejos insensatos escondiam

No semblante calado e fugidio

Dores da alma em transe que pediam

Clemência ante o drama, um desafio.

 

Primavera virou inverno e dor

No coração em transe, desatino

Resplandecente luz mostrou o amor

 

Transformação surgiu e em louvor

O mundo agradeceu à divindade

E a crença na utopia se espalhou.

 

Mena Azevedo

 

 

 

 

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Mena Azevedo

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Comentários

  • Adria, conforme você me falou, constatei a letra muito grande mesmo

    e sem imagem. mudei para menor e coloquei outra imagem. Muito

    obrigada, querida! Bjs.

  • Querida Nieves, muito obrigada! Bjs.

  • Obrigada, querida Edith! Bjs.

  • 3585254?profile=original

  • 3585407?profile=original

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