
Utopia consumada
O dia virou noite em estesia
Jogou seu véu de renda cintilante
Na terra ressequida em nostalgia
Numa deificação daquele instante.
Desejos insensatos escondiam
No semblante calado e fugidio
Dores da alma em transe que pediam
Clemência ante o drama, um desafio.
Primavera virou inverno e dor
No coração em transe, desatino
Resplandecente luz mostrou o amor
Transformação surgiu e em louvor
O mundo agradeceu à divindade
E a crença na utopia se espalhou.
Mena Azevedo
Comentários
Adria, conforme você me falou, constatei a letra muito grande mesmo
e sem imagem. mudei para menor e coloquei outra imagem. Muito
obrigada, querida! Bjs.
Querida Nieves, muito obrigada! Bjs.
Obrigada, querida Edith! Bjs.