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II Oficina de poema que não tem fim - CPP

Regras

1. Todos os membros podem participar;

2. O membro participante compõe, sempre, no ultimo verso do poema que está na frente da página ( em primeira vista);

3. O participante deve postar sua resposta na caixa de texto acima, e nunca em resposta.

4. É vetado comentários sobre os trabalhos para não quebrar a sequência;

5. No caso de haver duas postagens ao mesmo tempo, permanece aquele que postar primeiro, o segundo deve ser excluído.

6. Vetado o uso de imagens.

7. Permitido formatação dos poemas

8. Os poemas dispensam títulos na sequência.

Cumpra-se!

Verso para começo

Calando a voz da minha razão

Boas composições!

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Respostas

  • Joia.

    Embalam-se felizes cantando sua vitória
    Soldados dispensados de uma guerra
    Por não ter sangue manchando a sua história
    De cadáveres de inocentes sobre a terra.

    Não trazem em si a bruta desumanidade
    Que destitui o homem de todos os valores
    Que são o esteio em qualquer sociedade
    Que abomina a guerra e os seus horrores.

    As armas bélicas que ceifavam vidas
    Eles abriram mão pra nunca mais
    A única arma por eles pretendida
    É qualquer uma que promova a paz.

    E, esta, eles trazem dentro de si, guardada
    Como uma joia de grande valor,
    Mas que precisa ser por todos partilhada
    Essa joia que se partilha é o amor.

    Marsoalex – 18/12/2018

     

    • 415911517?profile=RESIZE_930x

  • AMOR ETERNO

     

    Não precisa mais da almejada eternidade

    Quem já se instalou nela  e feliz se encontra

    Porque uma vez vencida  aqui sua realidade

    Em moedas de virtude pagou a sua conta!

     

    Soube amar e cuidar do seu próprio amor 

    E por certo ganhou respeito e admiração 

    Pelo bem espalhado que a muitos contagiou

    Hoje goza do Altíssimo os fluidos do  Perdão!

     

    A partida, é certo, deixa, aos seus, saudade,

    Como uma extensão  do amor em  convivência 

    Que nao termina, mas continua, em verdade....

     

    Quando todos retornam  ao mundo de glória

    E na mais alta e longínqua dimensão dos céus

    Embalam-se felizes cantando sua vitória!!!

     

    Em 16. 12.  2018

     

    • 393823690?profile=RESIZE_930x

  • Vento de saudade.

    Livres como dois poemas que não temem erros cometer
    São os pensamentos de dois entes enamorados
    Que na força da paixão que os impulsiona a viver
    Vêm o mundo com a magia do olhar apaixonado.

    O universo, para eles, gira em torno do que sentem
    Tudo brilha, tudo pulsa no compasso da emoção.
    Imaginam que o destino de qualquer dor os isente
    Pra nunca, jamais conjugarem o verbo separação.

    E seguem juntos, felizes, pela mesma estrada
    Enquanto o tempo vai passando e, não demora,
    Eles se veem diante da triste encruzilhada
    Que lhes é apontada pela impreterível hora

    De que chegaram ao fim da caminhada juntos
    Que esse presente, hoje é vento de saudade
    E que o amor que foi amor já é defunto
    Não precisa mais da almejada eternidade.

    Marsoalex – 16/12/2018

     

    • 378472919?profile=RESIZE_930x

  • DELÍRIO DE AMOR.


    E o instinto dá ao cio uma total liberdade,
    Quando sentimos na pele o delírio do amor
    Vivendo cada momento como último, com intensidade!
    Esgotando todas as formas que misturam gozo e amor.


    Deslizo sobre teu corpo entregue, suado...
    Tua pele brilha a luz da lua, que do céu espia
    Ruborizada por ver nosso excitante amar enamorado
    A fazer prolongar o prazer com um toque de magia.


    Magia que te faz estremecer com meus murmúrios
    Entrecortados por espasmos de plena felicidade.
    Sussurros delirantes quando invades minha intimidade.
    Usando de sensualíssima e doce afabilidade


    Nossos delírios nos ensina que não há limites...
    A cada noite nos deparamos com novas formas de prazer.
    Sem medo do ridículo somos felizes e livres…
    Livres como dois poemas que não temem erros cometer.


    Luly Diniz.
    14/12/18.

    • 377869132?profile=RESIZE_930x

  • Loucuras do desejo.

    Me deliciando em fazer disparar teu terno coração
    Ouvindo-o acelerar completamente endoidecido
    Batendo no compasso e na força da emoção
    No momento em que em êxtase perdemos os sentidos.

    Quão bom é vivenciar as loucuras do desejo
    Mergulhando sem rodeios na inconsciência do prazer
    Mastigando o juízo e os pudores em cada beijo
    Enxergando o divino que existe em nosso ser.

    No momento em que somos cio e carne simplesmente
    Esquecendo os limites dos pudores racionais
    Quando o instinto fala alto lá do nosso internamente
    Somos aquilo que nós somos, puros e simples animais.

    E o que culturalmente aprendemos que nos prende
    Limitando o prazer, condenando-o a inverdades
    De repente, das correntes, dos limites se desprende
    E o instinto dá ao cio sua total liberdade.

    Marsoalex – 12/12/2018

     

    • 340331229?profile=RESIZE_930x

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