O fim do corpo é este

Este corpo decrépito raquítico

Foi cheio de vigor vivacidade

No bom tempo de minha mocidade

Porém, hoje está fraco paralítico.

Em breve, serei sombras algo mítico

E poucos sentirão de mim saudade

Pois, me aguarda o jazigo, frialdade

Estou sendo muitíssimo aforístico.

 

E devo ser conciso neste tema

Pois, da vida crepúsculo vislumbro

Pois, há falhas nos órgãos, no sistema.

Mas, não sinto mais medo até alumbro

Provei da vida tudo até anátema

Antes, que tudo vire pó, reslumbro.

ILÁRIO MOREIRA

04/08/2017

Para adicionar comentários, você deve ser membro de Casa dos Poetas e da Poesia.

Join Casa dos Poetas e da Poesia

Enviar-me um email quando as pessoas responderem –

Respostas

  • Gestores

    Relendo e apreciando... Parabéns!

    • Obrigado, poetisa amiga, pela visita e comentário gentil, fico muito grato. sou seu fã. Abraços, paz e Luz!!!

  • Muito bom, Ilário. Senti alguns arrepios diante da realidade expressa em cada verso seu!

    • Obrigado, poetisa amiga, pela visita e comentário gentil. Abraços, paz e Luz!!!

  • Gestores

    Lindíssima condução do tema.

    Parabéns, Ilario.

    • Obrigado, poetisa amiga, pela visita e comentário gentil. Sou seu fã. Abraços, paz e Luz!!!

  • Suas inspirações travam uma batalha real e repleta de emoções em tua alma

    Aplausos meu amigo pela sempre beleza poética

    Gde beijo

    • Obrigado, poetisa amiga, pela visita e comentário gentil. Abraços, paz e Luz!!!

  • Gestores

    3678932?profile=original

    • Obrigado, poetisa amiga, pela visita e comentário gentil. Sou seu fã. Abraços, paz e Luz!!!

This reply was deleted.
CPP