Ousadia poética

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poemas que ousaram ser

palavras ditas de cor

como adagas na carne

que mutilaram os corpos

obrigam as letras a viver

a nunca fugir de morrer

anjos breves e sedutores

que vieram para beijar

acariciar e convidar

a ser a luz na saudade

numa alegria efêmera

apenas sonho e poesia

como uma imagem baça

que só deixa transparecer

o que é belo e não passa

 

Mongiardim Saraiva

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