A saudade aperta

A saudade aperta

Quantas vezes nem oiço nada,
Por estar a pensar em ti
Ou no nada em que me deixaste,
Onde estou alheio com uma insónia.

Sinto tanto,
Dói tanto em tanta coisa que sinto,
Que sinto saudade em tudo o que penso. Sou sensível, eu sei,
Mas se não for materialista, serei poeta.

Hoje que chove e tudo me entristece,
Como uma mágoa seca que apagou o fogo,
Se tudo ardeu, porquê é que penso em ti?
No amor e nas longas noites com beijos teus?

Bruno Alves

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Bruno Alves

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Comentários

  • Encantada com tanta beleza. Parabéns!

    Um abraço 

    • Obrigada Márcia, um abraço tanbem para si 

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