Chance
Vida que implora
Uma até duas vezes
Siga
Olha a chance
Cruz
Que lhe carrega
Esta bodega
De Vida
Arranhar a planta dos pés
Coçar os dedos das mãos
Estalar os dedos dos céus
Coçar o saco de pão quente
Sob a luz do sol quente
Sob o tecido tergal quente
Aqui não tem pente
Mão que não mente
Adega tem trem bom
Que não mente
Tem vinho dormente
Indolente
Chance
Uma, duas, três buscas
Sempre na esperança
Um novo relance
Dē o braço a seringa
Utopia que se busca lá na frente
É a própria nata, casta da chance
Mas, então caro Poeta…
A Esperança é a primeira que vinga.
Fim
ADomingos
Rev ADFF Jan 2025
Comentários
Parabéns pelos belos versos, Antônio!
Um abraço
Muito obrigado por sua leitura, atenção e apreciação..
Amiga Poetisa Marcia
Belo poema. Refletir sobre nossa vida e como podemos torná-la mais aprazível. Saudações, caro amigo
Muito obrigado por sua atenção e leitura e apreciação.
Abraços fraternos amiga Poetisa Lilian
Simplesmente belo poeta Antonio. Teus versos têm a beleza nababesca em opulência, desdobrando-se em labirintos babilônicos de sentido emocional — parabéns e um forte abraço — ©JoaoCarreiraPoeta.
Muito obrigado amigo Poeta João Carreira...Nosso reverenciado mestre das Letras.
Nababesca em opulência, é muito especial em sua apreciação.. Obrigado João
Dos fonemas, morfemas, palavras, e daí então os versos.
Abraços fraternos sempre
Lindoooooooooooooo!
Sempre te aplaudo, meu amigo!
Abraços
Agradecido amiga Poetisa Ciducha..
Abraços fraternos
Nobre poeta e amigo Antônio Domingos
Um exuberante poema, com versos muito bem elaborados.
Parabéns
Abraços
Agradecido mestre JC Bridon...
Uma honra ter seu comentário
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