CHOVE, APENAS...
A chuva cai na tarde gris, silente;
da janela, o vate mira a amplidão;
na paisagem sem cor, busca razão
de um amor que dorme em sua mente.
Onde estará? Até quando, paciente,
suportará da vida a provação?
Chove na tarde gris, e o coração
dói no peito, em vigília persistente.
A chuva é confidente da saudade,
revela sonhos presos na lembrança
e embala o ser na calma da esperança!
A água que cai dissolve a ansiedade,
e cada gota acende a confiança
de que o amor virá, na eternidade!
Nelson de Medeiros
02/2026
Comentários
Boa tarde poeta Nelson de Medeiros
soneto belissimo meus aplausos...
Ave, poetisa. Gratissimo! 1 ab
Um soneto lindo assim, vale a pena ler e reler. Parabéns, querido amigo, Nelson.
DESTACADO
Bj grande
Li teu soneto e veio a inspiração.
Ave, minha amiga Márcia. O bardo te agradece, sempre e sempre te reverencia. bj
Nelson
o poeta e sua pena de escritor
um versar lindo demais
um abraço
Ave, poeta Davi. Gratissimo!
Lindooooooooooooooooo!!
Aplausos Nelson!
Meu abraço
Ave, minha amiga ciducha! O bardo te agradece e te saúda. ab
A Chuva em seu Poema é de uma certa tranquilidade, de esperança sentimento de Amor.
A confiança no ser humano desperta em Amor Eterno.
Parabéns Poeta Nelson Medeiros
Ave, meu amigo poeta! Tua presença , sempre incentivadora, nos motiva. 1 ab