Clarão e Amor
Teu calor, para minha alma, é acalanto;
É afago nas manhãs com céu nublado.
É chama ardente que enche-me de encanto;
É ternura ao meu ser tão desolado.
Acoberta-me assim, meu bem-amado:
Teu fervor cura mágoa e desencanto,
Seca os olhos, por muito ter chorado.
Impede-me que venha novo pranto.
Tens poder, como uma ave no poente;
Tira-me o nevoeiro do caminho,
Mostre-me que a luz não se apagará.
Pois teu clarão é estrela reluzente.
Em promessa, te juro que em meu ninho:
Este amor puro não fenecerá.
Márcia Aparecida Mancebo
13/09/25
Comentários
Que clarão, Márcia!!!
Sua poesia minha amiga, saiba, leva luz aonde alcança...lindo! Fica com Deus
Obrigada, Carlos!
Um abraço
Muito lindo sua Poesia amiga Marcia
Quantos lindos versos
Que belo Soneto, onde há clarão há Amor.
Abraços fraternos e Parabéns.
Obrigada Antônio
Um abraço
Marcia
um versar de um amor verdadeiro
um abraço
Obrigada Davi
Um abraço
Nobre poetisa Márcia Aparecida
Neste ninho quero apenas repousar e ali depositar beijos de puro amor e paixão.
Um lindo poema, cara poetisa
Parabéns
Abraços
Obrigada caro amigo, Bridon!
Um abraço
Simplesmente belo o soneto do "Clarão e Amor" teus versos, Márcia, farfalham como folhas em outono, esvanecendo dogmas e burilando uma tessitura de sentimentos que recusam a fenecer, você é de tirar o chapéu! Um carinhoso abraço, © #JoaoCarreiraPoeta.
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