DESTINO
Não posso viver assim,
Com você longe de mim,
Com a saudade que mata,
Com esta aberta ferida
Tanta vez escrita e lida
Que ao coração arrebata!
Choveu num tempo vivido
Teu nome nunca esquecido,
Tão adorado por mim;
A canção da minha amada,
A tua face abençoada,
Meu sonho que não tem fim.
Na esquina da solidão
Relembra meu coração
As janelas da ventura.
Quando eu te via passar,
Conjugando o verbo amar
Que na distância perdura.
Apagar eu já não posso
Um amor que foi só nosso
Só porque o imaginei,
Mas perdura no infinito,
No meu torturado grito:
Meu destino, a minha lei!
Comentários
Li, reli e amei!
Parabéns,Juan! Bj
Linda página!!! Flores a ti, poeta
Juan
o amor acorrenta a pessoa amada
seje destino ou escolha da vida
um versar muito bonito
um abraço
"Apagar eu já não posso
Um amor que foi só nosso
Só porque o imaginei,
Mas perdura no infinito,
No meu torturado grito:
Meu destino, a minha lei!"
Que lindeza, Juan!
Um prazer imenso ler seus versos
Beijos
Olá poeta Juan, "brabíssimo", suas sextilhas são lindas, uma bela alcatifa literária, você sopra fonemas como quem acende estrelas na penumbra das madrugadas, parabéns e um forte abraço - ©JoaoCarreiraPoeta.