ERRANTE

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Eu sou um morto-vivo caminhante

Caminho sempre errante

Bato na porta do inferno

Mas, o demônio lá não me quer

Então, resignado, sigo adiante

Sou guerreiro viajante

De minha terra estou distante

Sou um guerreiro viajante

Não viverei eternamente

Mas, enquanto viver

Pela liberdade lutarei

Ao inimigo, trégua não darei

Ao cansaço não me renderei

A derrota, jamais conhecerei

A vitória não me pertence

Ela é fruto de meus companheiros

Como eu, valentes guerreiros

Sou um soldado

Por alguns, amado

Por muitos, odiado

Mas, sempre respeitado

Não busco por medalhas

Muito menos por glórias

Venço batalhas

Não almejo a guerra

Não escrevo a história

Apenas faço parte dela

Não celebro a vitória

Não almejo a derrota

Sou um guerreiro andante

Da vida não sou espectador

Sou participante!

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Antonio de Jesus Trovão

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