Inclinam as flores ao teu encanto,
Quando passas rindo pelas veredas,
As aves entoam para ti um canto,
Sussurram os ventos nas alamedas...
O luar branco foste o teu manto,
E de pétalas cobriste e de sedas
Tua alma nos dias de negro pranto,
Pelas estradas lúgubres e tredas...
Foram seguindo-te no céu que embaça,
Os astros pelos ermos inda vivos,
Com seus palores límpidos sem jaça...
Mas era tu que as flores enfeitavas,
Com teu semblante de olhos compassivos
Quando andando por elas passeavas...
Thiago Rodrigues
Comentários
Lindo soneto! Adorei.
Parabéns, Thiago!
Um abraço
Bom dia, Márcia! Obrigado pelo comentário! Um abraço!
Belo, Aplausos
Obrigado, poetisa! Uma boa tarde!
Ave, poeta, o bardo degustou teu soneto decassilábo e por isso te aplaude e te saúda. 1 ab
Grato pelo comentário, Nelson! Um abraço!
Thiago
lindo versar
um abraço
Obrigado, Davi! Um abraço!