Apesar de tanta velocidade, chegamos tarde porque perdemos a direção. Tentamos sair da pressão, mas não dá, porque estamos dentro da panela.
E o começo que não tem fim, e o fim sem espera. E, apesar de tantas surpresas, continuam acontecendo barbaridades. Agora já é o depois, e o ontem não aconteceu, porque vivemos num mundo de várias variáveis.
Apesar de tudo, somos uma multidão de vozes que clamam, de abraços que ainda esperam os braços, de esperanças adormecidas a céu aberto...
Comentários
Caro poeta Diego
Belo e sensível poema.
Parabéns!
Abraços
Lindo@!!!
Aplaudo, Diego!
Obrigado