Soneto: Liberdade

O tempo tece a trama fina e vasta... De um chão que viu o mar se abrir em flor. Onde a memória em doce e lenta casta. Guarda o lamento e o antigo esplendor.

O mal chegou rompendo o véu da mata. Trouxe o ferro, a cruz e um novo ardor. A voz da terra, outrora tão grata. Ouviu o som de um estranho tambor.

Mas a alma forte, presa em grilhões, sonhou com o dia em que a liberdade viria. E a chama acesa jamais se apagou.

Na lei final, a aurora se cumpriria. E o Brasil, em seu ser, se transformou, na história que em cada folha irradia.

Igor Rodrigues Santos13758145301?profile=RESIZE_710x

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