O tempo tece a trama fina e vasta... De um chão que viu o mar se abrir em flor. Onde a memória em doce e lenta casta. Guarda o lamento e o antigo esplendor.
O mal chegou rompendo o véu da mata. Trouxe o ferro, a cruz e um novo ardor. A voz da terra, outrora tão grata. Ouviu o som de um estranho tambor.
Mas a alma forte, presa em grilhões, sonhou com o dia em que a liberdade viria. E a chama acesa jamais se apagou.
Na lei final, a aurora se cumpriria. E o Brasil, em seu ser, se transformou, na história que em cada folha irradia.
Comentários
Caro poeta Igor
Um brilhante poema.
Parabéns
Abraços
Abraços bom amigo. Fico feliz em saber que gostou.
Parabéns Igor!
Abraço
Gratidão nobre amiga
Aplausos caro poeta. Grande abraço
Abraços gentil amiga.