Liturgia
Lenço límpido llora ao luar
Lugar lindo liberta a lembrança
Loiríssimo lauto traz o leve ao mar
Luz lenta lança paz e confiança
Lousas lisas lembram a longa luta,
Lábios leais louvam linda lição
Lâmpada de lágrimas o lamento
Lajota furada da qual a livre escuta
Leve lufada leva a horta loucura
Logo lança lenço no logro pensamento
Lúcida lenda liberta a Lea leveza
Léon Denis levanta frases longínquas
Lótus livre louva a lava lata certeza
Lutar findo lava a longa larga labuta
Lampadário alto ilumina linda beleza
Lacra o Poema da lanterna astuta
Fim
A Domingos
12 fevereiro de 2026
Comentários
Caro poeta Antonio Domingos
Uma construção poética maravilhosa.
Parabéns!
Abraços
Agradeço muito de coração sua atenção e apreciação prezado Poeta JC Bridon.
Abraços fraternos sempre
Fabuloso, caro Antonio. Beleza e singularidade poética. Aplausos
Muito obrigado amiga Poetisa Lilian.
Um poema de figuras de linguagem possante a Aliteração em L..
Abraços fraternos sempre
Uau! Saudações das Sagas! Imponente poema e possante com pegada autentica do meu amigo Antônio. Abrangente e com aquele jeito especial. Bem interessante! Parabéns! Abraços
Agradeço muito sua atenção e leitura e apreciação.
É um poema de muitas aliteraçoes, uma figura de liguagem possante.
Abraços fraternos prezado Poeta Luiz Anthony
Antonio
uma obra poética legal
leva o leitor a ler tudo
um abraço
É assim Davi.... Muito L de Lealdade na Poesia.
Muito obrigado amigo Poeta Davi